- O Tribunal de Contas da União identificou falhas no planejamento orçamentário de campanhas de publicidade do Banco do Brasil (BB), estimadas em R$ 750 milhões em 2025, com extensão potencial a mais órgãos.
- A fiscalização também mira a Secom/PR (Secretaria de Comunicação Social da Presidência) e a Caixa Econômica Federal (Caixa).
- Entre os problemas apontados estão a falta de detalhamento sobre a quantificação de recursos e cláusulas de transparência que não atenderiam à Lei 12.232/2010.
- Embora não tenha encontrado irregularidades graves, o TCU aponta risco de sobrepreço ou superfaturamento nas licitações analisadas devido à ausência de informações completas.
- O processo foi aberto após representação dos deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO); o monitoramento envolve cerca de R$ 3,5 bilhões em recursos de comunicação institucional e de estatais para 2025, com continuidade autorizado para análise mais aprofundada.
O Tribunal de Contas da União identificou falhas no planejamento orçamentário das campanhas de publicidade do Banco do Brasil. O montante avaliado atinge 750 milhões de reais em 2025. A fiscalização envolve também a Secretaria de Comunicação Social da Presidência e a Caixa Econômica Federal.
Segundo o relatório, há falta de detalhamento sobre a quantificação de recursos e cláusulas de transparência que não atendem à lei 12.232/2010. Os problemas apontados indicam riscos, sem indicar irregularidades graves até o momento.
O processo surgiu após uma representação de deputados do PL, Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer, questionando os gastos publicitários do governo federal. O TCU ampliou a análise para entender impactos e controles.
A auditoria é conduzida pela Unidade de Auditoria Especializada em Contratações (AudContratações). O monitoramento envolve cerca de 3,5 bilhões de reais em recursos de comunicação institucional e de estatais em 2025.
O tribunal autorizou a continuidade do acompanhamento para examinar a execução dos contratos com maior profundidade. A fiscalização busca verificar se há sobrepreço ou superfaturamento nas licitações analisadas.
Até agora, o TCU não detectou irregularidades graves, mas aponta a necessidade de ajustes nos instrumentos de controle. A análise visa orientar ações corretivas e reduzir riscos de desperdício de recursos públicos.
As informações foram apresentadas pelo ministro Augusto Nardes, responsável pelo relatório. O TCU mantém o acompanhamento para futuras atualizações sobre o tema.
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