- A Polícia Federal encontrou mensagens entre Vorcaro e Toffoli e entre o dono do Master e Zettel que mencionavam pagamentos para a Maridt, empresa na qual Toffoli é sócio.
- Toffoli confirmou ser sócio da Maridt, mas negou ter recebido dinheiro de Vorcaro ou de Zettel.
- Em nota, o ministro afirmou que todos os atos da Maridt e de seus sócios foram declarados à Receita Federal sem restrições.
- A Maridt deixou o grupo Tayaya Ribeirão Claro em fevereiro de dois mil e vinte e cinco, com as cotas vendidas a fundos e holdings dentro do valor de mercado.
- A ação sobre a compra do Banco Master pelo BRB foi distribuída a Toffoli em novembro de dois mil e vinte e cinco; ele disse não ter relação com Vorcaro ou com o gestor do Fundo Arllen.
O ministro do STF Dias Toffoli negou ter recebido dinheiro de Daniel Vorcaro e de Fabiano Zettel. A Polícia Federal localizou mensagens entre Vorcaro e Toffoli, e entre o dono do Banco Master e Zettel, que mencionavam a empresa Maridt, da qual Toffoli é sócio.
Segundo o material, as mensagens discutiam pagamentos para a Maridt, empresa associada ao ministro. Em nota, Toffoli confirmou ser sócio, mas afirmou não ter recebido valores de Vorcaro ou de Zettel.
Sobre a Maridt e o quadro societário
A nota detalha que a Maridt é uma empresa familiar, com capital fechado, devidamente declarada à Receita e registrada na Junta Comercial. O ministro pode figurar no quadro societário, sem atuar como gestor.
A reportagem cita ainda que a Maridt deixou o grupo Tayaya Ribeirão Claro em 2025, com a venda de cotas ocorrendo em etapas. Também aponta que a aquisição do Banco Master pelo BRB foi formalizada em 2025, em data anterior ao desligamento da Maridt do grupo.
Declaração pública do ministro
Toffoli afirmou desconhecer o gestor do Fundo Arllen e que não mantinha qualquer relação com Vorcaro. Reiterou que nunca houve recebimento de valores de Vorcaro ou de Zettel e que as informações da empresa e de seus sócios estão devidamente declaradas.
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