- A PGR é a única instituição que poderia abrir ação penal contra o ministro Dias Toffoli, segundo o jurista Márlon Reis.
- O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, apresentou aos ministros o relatório da Polícia Federal sobre menções a Toffoli no celular de Daniel Vorcaro, dono do Master; Toffoli se afastou do caso.
- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pode se manifestar sobre o caso; há expectativa de pronunciamento da PGR após o envio de documentos pelo STF.
- Toffoli afirma não ver motivos para se afastar, mas aceitou a deliberação dos colegas; a Loman restringe atos de gestão, mesmo em participação societária.
- O relatório da PF é considerado grave; a representação foi levada ao presidente do STF pelo diretor-geral da PF, com pedidos de novas investigações.
O jurista Márlon Reis afirmou no programa Poder e Mercado do Canal UOL que a PGR é a única instituição apta a propor abertura de ação penal contra o ministro do STF Dias Toffoli. A afirmação destaca o papel da Procuradoria-Geral da República no processo penal.
O relatório da Polícia Federal detalha menções ao ministro Toffoli encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, e também mostra a resposta do ministro às citações. Toffoli se afastou do caso após o recebimento das informações.
Fachin já entregou o relatório à PGR, e o procurador-geral Paulo Gonet poderá se manifestar sobre o assunto. Reis indica que o desfecho dependerá do conteúdo das informações que chegam ao STF, à PF e à PGR.
Progredindo no tema
Toffoli afirmou não ver motivos para se afastar, mas aceitou a deliberação dos colegas. A defesa sustenta que a participação em quadro societário é permitida pela Loman, desde que não haja atos de gestão na condição de administrador.
O relatório da PF é considerado grave. A representação foi encaminhada pelo diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, ao presidente do STF, com pedidos de abertura de novas investigações contra outras autoridades.
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