- Mendonça é considerado o pior nome possível para Moraes, Toffoli e para o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, segundo fontes próximas à Corte.
- A referência sobre o que esperar dele no caso Master é a condução que teve nas fraudes do INSS.
- O ministro é visto como duríssimo e ligado ao caso do “Careca do INSS” e ao filho dele, Romeu, que também está preso.
- Interlocutores dizem que Mendonça tenta obter delação premiada de um dos investigados, o que pode atingir Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidentes Lula.
- A aposta é que, no caso Master, ele possa buscar delação premiada com Vorcaro, com potencial retorno do banqueiro à prisão, além de tensões pré-existentes com Toffoli e Moraes.
André Mendonça, ministro do STF, é visto como o pior cenário para Moraes, Toffoli e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, segundo fontes próximas à Corte. A avaliação envolve a condução de ações ligadas ao caso Master.
A referência sobre o que esperar dele no caso Master é a atuação dele em um escândalo anterior, as fraudes do INSS. Fontes indicam que Mendonça pode adotar uma postura rígida.
Mendonça é descrito por quem acompanha o caso como um juiz extremamente duro, especialmente em relação a delações premiadas. O caso envolve o suspeito conhecido como Careca do INSS, preso desde setembro, e o filho dele, Romeu, detido desde dezembro.
Interlocutores do ministro afirmam que Mendonça busca obter delação premiada de um dos investigados. A estratégia pode ter desdobramentos que alcancem Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, segundo apurações.
A expectativa é de que Mendonça mantenha a linha do caso INSS também no processo Master. Há quem acredite que ele possa pleitear uma delação envolvendo Vorcaro, com possibilidade de retorno à prisão do empresário.
A relação entre Mendonça e Moraes e Toffoli é citada como tensa. Em agosto de 2025, Mendonça criticou o ativismo judicial; Moraes respondeu, defendendo a necessidade de frear regimes autoritários. O episódio destaca o histórico de atritos.
Em novembro de 2025, Toffoli e Mendonça se desentenderam em sessão do STF, com Toffoli reagindo a uma fala de Mendonça. O episódio evidencia a quebra de ritmo entre os ministros durante as votações.
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