- O conselho de Somerset afirma que a fazenda solar fica “totalmente fora de caráter” e pode afastar visitantes da região.
- Os planos, apresentados em junho de 2024, são para uma fazenda solar em Mahe Farm, Chard Lane, Wayford, entre Chard e Crewkerne.
- A Greentech Invest LTD abriu recurso à Planning Inspectorate por não-determinação, alegando atraso do conselho.
- O inquérito público começou em Yeovil em 10 de fevereiro, com argumentos iniciais apresentados.
- A fazenda ocuparia 26 hectares (64 acres), equivalente a 36 campos de futebol, ficaria em operação por 40 anos e geraria energia para cerca de 4,700 casas; duas visitas ao local ocorrerão na próxima semana, com decisão no início da primavera.
A Somerset Council contestou o projeto de uma fazenda solar em Mahe Farm, em Wayford, defendendo que o empreendimento seria “totalmente fora de caráter” para a região e poderia afastar turistas. O plano foi apresentado em junho de 2024, visando a instalação na Chard Lane, entre as vilas de Chard e Crewkerne.
A Greentech Invest LTD recorreu da decisão à Planning Inspectorate, alegando demora na decisão da autoridade local. A audiência pública para dirimir o impasse teve início em Yeovil no dia 10 de fevereiro, com a apresentação de argumentos iniciais.
O projeto prevê uma área de 26 hectares (64 acres), equivalente a 36 campos de futebol, com operação prevista por 40 anos. Segundo estimativas, a usina solar geraria energia suficiente para cerca de 4.700 residências por ano, conforme o Local Democracy Reporting Service.
Processo e próximos passos
Philip Robson, representante da council, afirmou que o impacto visual seria inadequado à paisagem local e poderia prejudicar o turismo e a qualidade de vida dos moradores. De acordo com Greentech, o empreendimento tem papel relevante na estratégia nacional de energia limpa, e o terreno não seria viável para uso agrícola produtivo.
A defesa de Greentech sustenta impactos de paisagem não substanciais e reforça a importância de ampliar a geração de energia verde diante da crise climática. Sinead Davies apontou a falta de alternativa simples para o uso da terra e a necessidade de atender metas energéticas.
Duas visitas ao local ocorrerão na próxima semana, com a decisão final prevista para o início da primavera.
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