- A polícia britânica criou um grupo nacional para coordenar acusações ligadas a Epstein, incluindo alegações de tráfico de mulheres com vínculos ao Reino Unido e a associados dele, como Andrew Mountbatten-Windsor.
- Pelo menos três forças trabalham com as revelações dos papéis de Epstein nos EUA e novas acusações devem surgir, segundo oficiais.
- O grupo é responsável por coordenar operações, evitar duplicidade de investigações e buscar documentos originais não redigidos dos EUA.
- Mountbatten-Windsor nega qualquer irregularidade; a Polícia Metropolitana investiga Peter Mandelson por supostamente repassar informações a Epstein.
- Instituições regionais como Thames Valley, Surrey, Bedfordshire e Essex participam das avaliações, com a coordenação nacional buscando acesso aos materiais não editados para avaliação completa.
A polícia britânica criou um grupo nacional para coordenar denúncias de que a rede de Jeffrey Epstein tinha ligações com o Reino Unido e para tratar de acusações contra seus associados, incluindo Andrew Mountbatten-Windsor. A criação visa evitar duplicidade de investigações entre as forças.
Constam no grupo forças como Thames Valley, que avalia duas acusações contra Mountbatten-Windsor, incluindo possível envio de informações sensíveis; Surrey, que analisa outra denúncia contra o ex-príncipe; e a Met, que investiga Peter Mandelson por supostamente repassar informações a Epstein.
A reunião do comitê nacional ocorreu nesta semana e deve se repetir na próxima. A intenção é unificar métodos de apuração e obter documentos originais não redigidos dos EUA para evitar múltiplas solicitações independentes.
Forças envolvidas e objetivos
O grupo também envolve Bedfordshire, que não confirmou se analisa alegações sobre o uso do aeroporto de Luton por voos ligados a Epstein, e Essex, que não informou se avalia indícios sobre o uso de Stansted. O objetivo é avaliar o impacto dos documentos públicos e chegar a ações adequadas.
A Polícia Nacional informou que a coordenação ajuda a entender as informações divulgadas nos arquivos do Departamento de Justiça americano. A investigação continua sob controle de cada força, com a perspectiva de ampliar a atuação conforme surgirem novas evidências.
Contexto e próximos passos
Uma onda de denúncias era prevista após a publicação de papéis nos EUA. O comitê busca evitar duplicidade e facilitar uma resposta coordenada. A operação não é nacional, mas pode evoluir para um modelo mais centralizado, segundo fontes da área.
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