- A pesquisa Genial/Quaest aponta que 53% dos brasileiros consideram as urnas eletrônicas confiáveis e 43% desconfiam, com 1% não concordando nem discordando e 3% sem resposta.
- Regionalmente, o Nordeste é o mais confiante (59% confiam; 37% desconfiam); Sudeste (53%/42%), Sul (48%/48%), Centro-Oeste e Norte (47%/48%).
- Entre religiões, 57% dos católicos confiam nas urnas, enquanto 39% desconfiam; entre evangélicos, 44% confiam e 52% desconfiam.
- Em termos ideológicos, 75% dos eleitores que disseram ter votado em Lula em 2022 confiam; entre apoiadores de Bolsonaro, apenas 22% confiam e 69% desconfiam; lulistas chegam a 78% de confiança, bolsonaristas, 18%.
- A pesquisa foi realizada de 5 a 9 de fevereiro de 2026, com 2.004 pessoas em 120 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais e confiabilidade de 95%; registro no Tribunal Superior Eleitoral, nº BR-00249/2026.
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada neste domingo, aponta que pouco mais da metade da população confia no sistema de votação eletrônico. Ao todo, 53% concordam que as urnas são confiáveis, enquanto 43% discordam e 1% não respondeu. Outros 3% não souberam ou não quiseram dizer.
Regionalmente, o Nordeste lidera em confiança, com 59% a favor e 37% contra. No Sudeste, 54% confiam contra 42% que não confiam. O Sul registra empate, 48% a favor e 48% contrários. Centro-Oeste e Norte chegam a 47% de confiança e 48% de desconfiança.
Entre religiões, 57% dos católicos confiam, ante 39% de descrença. Entre evangélicos, 44% confiam e 52% não confiam. No âmbito político, 75% dos que disseram ter votado em Lula em 2022 confiam; 22% não confiam. Entre apoiadores de Bolsonaro, 22% confiam e 69% não confiam.
Entre quem se reconhece como lulista, o índice de confiança chega a 78%. Entre bolsonaristas, apenas 18% confiam. Entre quem aprova o governo Lula, 74% confiam; entre os que desaprovam, 34% acreditam na confiabilidade das urnas.
A pesquisa foi realizada de 5 a 9 de fevereiro de 2026, com 2.004 entrevistas, em 120 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança chega a 95%. O estudo foi registrado no TSE sob o nº BR-00249/2026.
Metodologia e abrangência
Os entrevistados tinham 16 anos ou mais. O objetivo foi medir percepção sobre a confiabilidade do voto eletrônico. Os resultados não indicam preferência por qualquer posição política de forma geral.
Considerações finais
O levantamento mostra variações regionais, religiosas e ideológicas na percepção sobre as urnas. Os dados destacam a importância de entender contextos locais para debates sobre o tema. A divulgação segue sem opiniões ou julgamentos.
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