- Desfile da Acadêmicos de Niterói abriu o carnaval homenageando Lula, gerando críticas da direita e ataques ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Parlamentares acusam abuso de poder político e uso de recursos públicos e vão recorrer à Procuradoria-Geral da República e ao Tribunal Superior Eleitoral para pedir inelegibilidade de Lula.
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende levar o caso ao TSE por propaganda antecipada; o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou AIJE por abuso de poder político e econômico.
- O Partido Novo informou que, com o registro de candidatura de Lula, apresentará ação pela inelegibilidade, alegando propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público.
- Em relação a evangélicos, Magno Malta (PL) e Rodolfo Nogueira (PL) protocolaram na PGR queixas por crime de preconceito, cabendo à instituição decidir se há denúncia criminal.
O desfile da escola Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro, realizado na noite de domingo (15) na Sapucaí, homenageou o presidente Lula. O evento foi acompanhado por críticas rápidas da oposição, que alegam promoção política e uso de recursos públicos. Parlamentares afirmam que houve ataque a Bolsonaro durante a apresentação.
Eles afirmam que a ação pode configurar abuso de poder político e uso indevido de estruturas públicas, além de possível improbidade administrativa. Representações já foram anunciadas para acionar a Justiça Eleitoral e a PGR, visando responsabilizar Lula, a escola e o PT.
Pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro informou que pretende levar o caso ao TSE por propaganda antecipada e ataques pessoais. Nikolas Ferreira classificou o desfile como desfile-comício em rede nacional e solicitou AIJE por abuso de poder.
O Partido Novo registrou que, após o registro da candidatura de Lula, apresentará ação de inelegibilidade por propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público. Eduardo Ribeiro destacou a necessidade de medidas legais rigorosas.
O presidente Rogério Marinho afirmou que adotará todas as medidas cabíveis na Justiça Eleitoral para apurar possível abuso de poder político e uso indevido de estruturas públicas. O histórico de financiamento público no evento é alvo de questionamentos.
Respostas de lideranças evangélicas também geraram reação na Câmara e no Senado. Magno Malta e Rodolfo Nogueira protocolaram na PGR denúncias por crime de preconceito ao representarem evangélicos numa lata de conserva. A Procuradoria avaliará se há tipificação criminal.
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