- Michelle Bolsonaro criticou a ala do desfile sobre Lula, chamada de “neoconservadores em conserva”, formada por integrantes vestidos de lata.
- Ela afirmou que a fé cristã foi exposta ao escárnio e pediu uma nota de repúdio da Frente Parlamentar Evangélica.
- Damares Alves citou crime eleitoral e disse que o governo Lula sabia do roteiro, afirmando que a ala ridiculariza a igreja evangélica.
- Nikolas Ferreira e Otoni de Paula criticaram o ato, classificando-o como ataque ao conservadorismo e sugerindo motivação política.
- A escola Acadêmicos de Niterói diz que a fantasia representa a “família tradicional” e listou grupos ligados ao neoconservadorismo; o TSE acompanha o caso.
Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, criticou um grupo ligado ao desfile sobre Lula por alusão a evangélicos e conservadores. O tema foi apresentado como “neoconservadores em conserva” em fantasias de lata, com imagem de um casal e duas crianças, identificando uma suposta “família em conserva”.
A fala ocorreu após a apresentação, quando a presidente do PL Mulher pediu uma reação da Frente Parlamentar Evangélica, afirmando que laicidade não justifica zombaria ou humilhação. A cobrança foi feita em tom de alerta institucional.
Damares Alves, senadora pelo Republicanos, citou crime eleitoral e disse que o ato ridiculariza a igreja evangélica. Segundo ela, o governo Lula recebeu o roteiro completo e tinha conhecimento das críticas previstas, autorizando o uso artístico na avenida.
O deputado Nikolas Ferreira, do PL, pediu que eleitores lembrem da fantasia no momento do voto. O deputado Otoni de Paula, do MDB, chamou a ala de ataque ao conservadorismo, afirmando que houve preconceito e falha de estratégia.
O desfile homenageou Lula no samba-enredo da Acadêmicos de Niterói. O TSE liberou a apresentação, mas acenou com possibilidade de reanálise do caso. A oposição acusa a escola de propaganda eleitoral antecipada, segundo notícias relacionadas.
A agremiação explicou que a fantasia de lata representa a família tradicional, e que a sinopse lista elementos associados ao neoconservadorismo, entre eles produtores do agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura e grupos religiosos.
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