- A oposição criticou o desfile da Acadêmicos de Niterói que homenageou Lula; o Partido Novo informou que vai à Justiça Eleitoral pedir inelegibilidade do presidente.
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em redes sociais, que Lula usa dinheiro público para fazer campanha antecipada e chamou o ato de crime no carnaval do Rio.
- O Novo disse que, assim que Lula registrar a candidatura, ajuizará uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral para cassar o registro e torná-lo inelegível.
- O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, afirmou que quando cultura se mistura com política há prejuízo à cultura e criticou a propaganda com dinheiro de impostos.
- Outros apoiadores e adversários também comentaram, sugerindo abuso de poder e questionando a legitimidade do desfile como ato político financiado com recursos públicos.
A oposição criticou o desfile da Acadêmicos de Niterói que prestou homenagem a Lula. O Novo afirmou que encaminhará à Justiça Eleitoral pedido de inelegibilidade do presidente. As declarações ocorrem após o carnaval e em meio a disputas políticas para 2026.
Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio, afirmou nas redes que Lula usa dinheiro público para campanha antecipada. Ele classificou a situação como crime do ponto de vista eleitoral e mencionou uma condenação anterior de Jair Bolsonaro pelo TSE. Portinho e Moro também reagiram publicamente, citando risco de abuso de poder e de interferência nas eleições.
O Partido Novo, representado pelo presidente Eduardo Ribeiro, confirmou a intenção de ajuizar uma AIJE para cassar o registro de candidatura de Lula, caso haja registro formal. Parlamentares do PL e do Republicanos também comentaram, chamando a atenção para gastos públicos em eventos que consideram propaganda eleitoral antecipada.
Reações e desdobramentos
Moro descreveu o desfile como um retorno de abuso de poder, associando-o a críticas a Lula. Nikolas Ferreira comparou o evento a ações ocorridas em 2022, sugerindo consequências legais para Bolsonaro em situação similar. Cleitinho questionou a atuação do STF, sugerindo possível intervenção judicial para impedir atos políticos que julga inadequados.
A oposição reforça que o desfecho envolve decisões judiciais e políticas, com foco na elegibilidade de Lula. A cobertura permanece acompanhando comentários de partidos e parlamentares, sem conclusão anunciada.
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