- O National Constitution Center, museu dedicado à constituição dos EUA, anunciou a saída de seu presidente Jeffrey Rosen após doze anos; Vince Stango assume como presidente interino.
- Rosen teve papel central na preparação do 250º aniversário da independência norte-americana e supervisionou grande parte do conteúdo educativo.
- Um membro do conselho afirmou que houve motivação política ligada a Donald Trump e ao 250º aniversário, mas outros membros negam participação da política no afastamento.
- O processo envolveu discussões internas, contratação de advogado externo e votação da resignação de Rosen em sete de janeiro, segundo relatos conflitantes.
- O centro sustenta governança adequada; especialistas destacam a liderança de Rosen como não partidária, e a saída gera incerteza ainda antes de julho de dois mil e vinte e seis.
O National Constitution Center (NCC), em Filadélfia, anunciou que Jeffrey Rosen deixaria a presidência após 12 anos, com Vince Stango assumindo de forma interina. Rosen dirigiu o centro, moldando conteúdo acadêmico e programação pública, especialmente para a comemoração dos 250 anos da independência.
A saída ocorreu em meio a disputas internas sobre gestão e liderança. Alguns membros elogiaram Rosen pela atuação independente, mas entenderam que era hora de uma mudança. Outros questionam se houve motivação política por parte da liderança anterior.
Azevedo e George, dois ex-presidentes do conselho, são citados como protagonistas da disputa, segundo relatos não formalizados. Alega-se que houve pressão para afastar Rosen antes das atividades ligadas ao jubileu de 2026. Diversas fontes do NCC negam vínculos com política partidária.
Controvérsia interna e linha do tempo
Stango, 48 anos, assumiu como presidente interino e CEO. Ele afirmou que Rosen decidiu sair para dedicar-se a projetos pessoais e à sua pesquisa jurídica. Em comunicado, Stango enfatizou que a instituição seguiu fortalecendo sua atuação nos últimos anos.
Conforme relatos, houve tensões desde dezembro, com a diretoria discutindo questões internas sobre liderança. Em 7 de janeiro, a votação para a resignação de Rosen foi aprovada, apesar de objeções de membros do conselho e de Rosen.
J Michael Luttig, ex-juiz federal, pediu transparência ao plenário, afirmando que informações vitais teriam sido mantidas pelos chairmen. Houve discordância entre as fontes sobre o que motivou a decisão e sobre o uso de processos do conselho.
O NCC continua a função como instituição sem fins lucrativos, com supervisão legislativa. O foco permanece nas atividades de educação cívica e no peso da comemoração dos 250 anos da Constituição. A saída de Rosen ainda alimenta o debate entre membros e observadores.
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