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Sánchez defende atuação do governo após denúncia contra ex-chefe policial

Sánchez diz que governo atuou com empatia, coerência e contundência após denúncia contra ex-chefe de Polícia; PP cobra demissão de Marlaska; Díaz não participa do evento de Sumar

El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, este miércoles en Nueva Delhi (India).
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  • O presidente Pedro Sánchez disse que o governo não teve conhecimento da queixa por agressão sexual contra o chefe operacional da Polícia Nacional, José Ángel González, até terça-feira.
  • Ele afirmou que o Executivo atuou de imediato e pediu a renúncia do mando policial, que ocorreu no dia seguinte.
  • No Congresso, o Partido Popular questionou o governo e pediu a demissão do ministro do Interior, Marlaska. Marlaska afirmou que apresentará a renúncia se a vítima entender que o Ministério falhou.
  • Yolanda Díaz confirmou que não vai ao ato de apresentação da nova aliança entre os partidos de Sumar, marcado para sábado.
  • A coalizão Sumar reúne Izquierda Unida, Más Madrid, Comunes e Movimiento Sumar.

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, afirmou nesta quarta-feira que o Executivo não soube da queixa por agressão sexual contra o ex-chefe operacional da Polícia Nacional até ontem, terça-feira. Em Nova Delhi, ele disse que o Governo atuou de forma contundente, coerente e empática com a vítima, exigindo a renúncia do mando policial.

Sánchez informou que a denúncia foi conhecida pelo governo apenas na terça-feira e que a demissão do responsável pela Polícia Nacional ocorreu no dia seguinte. Ele ressaltou que a resposta foi imediata e centrada na proteção das vítimas.

Reações políticas

No Parlamento, o Partido Popular acusou o governo de encobrir o caso e pediu a demissão do ministro do Interior, Marlaska. O ministro já havia indicado que apresentaria a renúncia se a vítima entendesse que o Ministério falhou.

Ponto de vista da vice-presidente

Enquanto isso, Yolanda Díaz confirmou que não irá ao evento de sábado, que apresentará a aliança entre os partidos de Sumar: Izquierda Unida, Más Madrid, Comunes e Movimiento Sumar. Díaz afirmou que o tema não se resume a nomes.

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