- Um duto de esgoto de 72 polegadas rompeu no dia 19 de janeiro, liberando mais de 200 milhões de galões de esgoto não tratado no Potomac, segundo autoridades, com riscos ambientais e de saúde pública.
- A tubulação, chamada Potomac Interceptor, é operada pela DC Water e é regulada pela Agência de Proteção Ambiental (EPA), órgão federal.
- O presidente Donald Trump acusou o governador de Maryland, Wes Moore, de “má gestão grosseira”; Moore argumenta que a responsabilidade é federal.
- Trump anunciou envio da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA) para coordenar a resposta, em meio a um alongado impasse de financiamento que levou ao possível fechamento parcial do governo.
- Autoridades recomendam evitar contato com o rio e manter animais de estimação afastados; reparos imediatos devem levar de quatro a seis semanas, com recuperação total potencial de até dez meses.
O Potomac enfrentou um dos maiores derrames de esgoto da história após a ruptura de uma tubulação de 72 polegadas, operada pela DC Water. A falha ocorreu em 19 de janeiro, no noroeste de Washington, e liberou esgoto não tratado.
Mais de 200 milhões de galões de esgoto foram despejados no rio. O material continua a vazar enquanto equipes trabalham em reparos de emergência. Autoridades alertam sobre riscos ambientais e de saúde pública na região.
A DC Water afirma que o conserto imediato deve levar de quatro a seis semanas, com restauração total possivelmente em até 10 meses. Enquanto isso, aconselha-se evitar contato com o Potomac e manter animais longe da água.
Controvérsia entre Trump e Moore
Donald Trump acusou o governador de Maryland, Wes Moore, de má gestão, alegando falhas locais diante do desastre. A gestão federal é citada como responsável pela infraestrutura sob regulação federal.
O porta-voz de Moore respondeu que a responsabilidade caberia aos órgãos federais, não ao governo estadual, e criticou a ausência de participação da EPA em audiências sobre a limpeza. Forda ressaltou falhas de fiscalização.
Trump anunciou que acionaria a FEMA para coordenar a resposta, em meio ao impasse de financiamento causado pelo shutdown parcial do governo. A diferença de posição ocorre apesar das críticas mútuas entre as partes.
O conflito se soma a divergências anteriores entre as autoridades, incluindo tensões sobre prazos de obras de reabilitação de infraestrutura em Baltimore. Moore afirma manter cooperação com autoridades federais.
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