- Bolsonaro definiu lançar Carol de Toni (PL-SC) ao Senado por Santa Catarina, compondo chapa com Carlos Bolsonaro (PL).
- A decisão foi comunicada a aliados; Cabo Gilberto (PL-PB) afirmou que a dupla disputará o Senado e mencionou acordo com Valdemar Costa Neto.
- A formação pode deixar o senador Esperidião Amin (PP-SC) sem apoio, já que Amin pretendia a reeleição e contava com o respaldo dos Bolsonaro.
- A escolha complica a estratégia do PL em Santa Catarina, com o governador Jorginho Mello (PL) buscando atrair PP e União Brasil para a chapa.
- A decisão também tem desdobramentos nacionais, com o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) buscando coalizão com PP e União Brasil; Amin defende consultas às bases.
Jair Bolsonaro aprovou que Carol de Toni, deputada (PL-SC), dispute o Senado por Santa Catarina, em aliança com Carlos Bolsonaro (PL). A confirmação ocorreu em encontro com aliados. A dupla pretende concorrer ao principal cargo estadual.
Definição da chapa e resistência local
A decisão foi relatada a colaboradores presentes na residência do ex-presidente, a Papudinha. Cabo Gilberto (PL-PB) esteve lá em 7 de fevereiro e informou que o Senado seria definido por Bolsonaro, com apoio de Valdemar Costa Neto, presidente do PL.
A candidatura de Carlos emitiu sinais políticos nas redes sociais, com uma foto ao lado de Carol na Quarta-Feira de Cinzas. A composição deixa o senador Esperidião Amin (PP-SC) sem a possibilidade de compor ao lado de Carlos, abrindo espaço para reeleições.
Repercussões partidárias e estratégias
A escolha pode complicar o PL catarinense, já que o governador Jorginho Mello (PL) planeja a reeleição e pretendia usar a vaga de Carol para atrair PP e União Brasil. O Progressistas avalia manter o caminho do PL ou buscar alianças.
A federação tem espaço para negociações diferentes, segundo o deputado Fabio Schiochet (União-SC). Ele sinaliza apoio a João Rodrigues (PSD) caso haja mudança de direção apoiada pelo governador. Essas mudanças afetam alianças estaduais.
Conflitos e cenários futuros
A decisão abre contendores nacionais: Flávio Bolsonaro (PL-RJ) busca atrair PP e União Brasil para uma coligação. Oferecer vagas a Amin é visto como possível ganho político no curto prazo.
Amin afirma que o PP fará consultas às bases antes de apoiar soluções finais. O quadro indica três caminhos para o Progressistas: manter o PL, seguir de forma independente ou apoiar adversários do PL.
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