- Robert Reich afirma que o Departamento de Segurança Interna está buscando informações sobre contas críticas ao ICE em redes sociais, sugerindo que Kristi Noem estaria tentando identificar esses críticos.
- Reich diz que já fez esse tipo de identificação várias vezes e que, se alguém pesquisar seu nome na internet, encontrará evidências em plataformas como YouTube, Facebook, Instagram, X, TikTok, Reddit, Substack e The Guardian.
- O texto cita críticas a ações da administração, incluindo suposta detenção sem due process, prisões de imigrantes, falta de alimentação, cuidado médico, comunicação com as famílias, deportações, prisão de jornalistas e mortes de civis, atribuindo isso a políticas do governo.
- Reich afirma que tais ações seriam inconstitucionais e teriam sido contrariadas por decisões judiciais, além de mencionar o envio de subpoenas administrativas a empresas como Google e Meta para obter contas que criticam as ações oficiais.
- Ele ressalta o direito à liberdade de expressão, dizendo que tem o direito de criticar o governo sem sofrer consequências, descrevendo o que faz como pertencente ao seu governo.
Robert Reich afirma que o Departamento de Segurança Nacional busca informações sobre contas críticas à aplicação da lei de imigração. O autor de um texto dirigido à governadora Kristi Noem diz já ter sido alvo de esse tipo de verificação e propõe que a prática ocorra com base em conteúdos em redes.
No texto, Reich afirma que já realizou e continua a realizar críticas públicas a Noem e às ações da ICE. Ele sugere que basta buscar seu nome somado a plataformas como YouTube, Facebook, X, TikTok e outras para encontrar vídeos críticos.
Ele sustenta que as ações da administração violariam a Constituição norte-americana, citando supostas violações de devido processo e detenções administrativas. Reich diz ainda que denúncias a veículos de imprensa e ações contra jornalistas também teriam ocorrido, segundo o conteúdo citado.
Contexto e implicações
Segundo o autor, o governo federal estaria emitindo mandados administrativos a empresas como Google e Meta para obter informações de contas críticas. Reich reforça o direito constitucional de manifestar crítica sem censura.
O texto alerta que a prática, segundo ele, contraria decisões judiciais e normas constitucionais, além de apontar risco à liberdade de expressão. A divulgação de tais alegações visa mostrar a dimensão de possíveis investigações de dissidência online.
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