- Eduardo Bolsonaro informou estar preocupado com a segurança de Flávio Bolsonaro durante as eleições de 2026, citando risco de atentados políticos e o histórico de violência contra adversários de direita.
- Em publicação no X, ele mencionou líderes conservadores atacados ou ameaçados, como Miguel Uribe, Álvaro Uribe, Donald Trump e Fernando Villavicencio, este último assassinado em 2023.
- O parlamentar afirmou que esses episódios indicam um padrão de violência contra figuras de direita nas Américas e defenderam reforço à família Bolsonaro no pleito.
- Também comentou declarações de Lula sobre controle de inteligência artificial, dizendo que o tema seria uma tentativa de influenciar resultados eleitorais e regulá-lo globalmente para moldar a eleição.
- Disse ainda que “sem trapaças Lula não se reelege” e mencionou o inquérito das fake news, sob relatoria de Moraes, que permanece aberto desde 2019.
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) informou nesta quinta-feira (19) que está atento à integridade física do irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante o ciclo eleitoral de 2026. A preocupação foi compartilhada publicamente pelo ex-deputado, que destacou riscos de atentados políticos diante do acirramento do cenário.
O parlamentar traçou um paralelo com a violência que atingiu o pai, Jair Bolsonaro, em 2018, quando ainda disputava a eleição presidencial. Em publicação na rede social X, Eduardo afirmou ter sugerido a Flávio que reforçasse a segurança durante o pleito.
Na thread, ele citou nomes de líderes conservadores que sofreram ataques ou ameaças enquanto disputavam eleições, incluindo Miguel Uribe e Álvaro Uribe, na Colômbia, Donald Trump, nos Estados Unidos, e Fernando Villavicencio, no Equador, assassinado em 2023. Segundo Eduardo, esses casos apontariam um padrão de violência envolvendo figuras de direita na região.
Em tom de alerta, o ex-deputado afirmou que esse padrão justificaria reforço à proteção da família Bolsonaro durante a eleição de 2026. A observação ocorre em meio a debates sobre segurança de candidatos e líderes políticos.
Lula e a discussão sobre IA
Nesta quinta, Eduardo também comentou declarações do presidente Lula sobre controle de inteligência artificial em compromisso na Índia. Ele afirmou que a fala de Lula revela preocupação com o resultado eleitoral e com a tentativa de regulamentar a tecnologia como forma de influenciar a disputa.
Para Eduardo, a afirmação de Lula de que IA pode colocar em risco a democracia, aliada a propostas de regulação global, apontaria uma estratégia de condicionamento do pleito. O ex-deputado citou o inquérito das fake news, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, como exemplo de controle que, segundo ele, persiste desde 2019.
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