- A FAB manteve em sigilo por cinco anos os custos operacionais de voo que levou o presidente da Câmara, Hugo Motta, de João Pessoa ao Rio de Janeiro, com destino final a Angra dos Reis.
- O pedido de informação foi feito pela coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, via Lei de Acesso à Informação.
- Mesmo com o sigilo dos custos, a FAB divulgou as diárias da tripulação: R$ 1.580; a aeronave operou com 11 passageiros, partindo de João Pessoa em 26 de dezembro.
- A comitiva teve como destino Angra dos Reis, onde Motta e aliados ficaram hospedados em uma casa alugada em um condomínio de luxo no Frade.
- A Câmara dos Deputados afirma que o uso de aeronaves da FAB por autoridades se justifica por segurança institucional; a identidade da comitiva permanece sob sigilo.
A Força Aérea Brasileira (FAB) manteve sigilo por cinco anos os custos operacionais de um voo que levou o presidente da Câmara, Hugo Motta, de João Pessoa (PB) ao Rio de Janeiro, com destino a Angra dos Reis (RJ). A informação foi solicitada pela coluna de Lauro Jardim, do O Globo, via LAI.
Mesmo com o sigilo, a FAB divulgou, por meio da LAI, o valor das diárias da tripulação: R$ 1.580. A aeronave fretada transportou 11 passageiros, partindo de João Pessoa no dia 26 de dezembro em direção ao balneário fluminense.
O deslocamento ocorreu durante o réveillon, com Motta e aliados hospedados em uma casa alugada no Frade, condomínio de luxo em Angra dos Reis, que oferece acesso privativo a uma cachoeira por trilha interna.
A prática de uso de aeronaves da FAB por autoridades para fins pessoais é justificada pela Câmara dos Deputados como parte de “segurança institucional”. A Gazeta do Povo apura informações com a FAB e com a assessoria de Motta.
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