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Moraes determina depoimento do presidente da Unafisco após críticas ao STF

Moraes manda PF colher depoimento do presidente da Unafisco nesta sexta; objeto da oitiva não informado e não se sabe se testemunha ou investigado

Brasília (DF) 09/09/2025 - O ministro relator Alexandre de Moraes durante sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que retoma o julgamento dos réus do Núcleo 1 da trama golpista Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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  • O ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal colha o depoimento de Kleber Cabral, presidente da Unafisco Nacional, na tarde desta sexta-feira, 20.
  • Não há clareza sobre o objeto da oitiva nem se Cabral deporá como testemunha ou investigado.
  • A intimação não especifica o procedimento ao qual a oitiva está relacionada; a Unafisco não comentou e o STF não se manifestou.
  • Cabral havia criticado o STF em entrevistas, associando a atuação da PF a riscos para os servidores da Receita e mencionando a operação que mirou funcionários da instituição.
  • A Unafisco já havia dito, em nota, que houve precipitação do STF e sugeriu que a categoria pode estar sendo usada como bode expiatório para crises políticas e institucionais.

A ministra Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Polícia Federal ouça o presidente da Unafisco Nacional, Kleber Cabral, na tarde desta sexta-feira, 20. A oitiva envolve Cabral após críticas proferidas à Corte em entrevistas à imprensa. Não houve detalhamento sobre o objeto, o procedimento ou o papel do depoimento.

A íntegra do mandado de intimação não especifica se Cabral deporá como testemunha ou como investigado, segundo apurado pela CartaCapital. Não há confirmação sobre a localização da oitiva nem sobre o conteúdo a ser apurado.

Cabral venceu a crítica à operação da PF que mirou auditores da Receita Federal acusados de vazar dados de ministros do STF e familiares. Em GloboNews, ele afirmou que haveria maior temor entre servidores da Receita com a atuação policial do que com o tribunal. A Unafisco afirmou, em nota, que houve precipitação nas ações, sem concluir se houve vazamento, e disse que não comentaria o caso. A assessoria do STF não se manifestou até o momento.

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