- O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal intime o presidente da Unafisco Nacional, Kleber Cabral, para depor sobre as declarações dadas à imprensa na quarta-feira (18).
- Cabral foi intimado a depor nesta sexta-feira (20), às 15h.
- Uma das entrevistas foi à CNN Brasil, em que ele afirmou não haver indícios de vazamento de dados pelo auditor alvo da operação.
- Em outras entrevistas, disse que gerar temor entre os servidores investigar a facção criminosa PCC pode ser mais relevante do que a atuação do STF.
- A Unafisco divulgou nota na quarta-feira expressando preocupação com a operação, destacando o devido processo legal, a presunção de inocência e a proporcionalidade das medidas; citou ainda o caso de 2019 envolvendo o Inquérito das Fake News.
O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal intime o presidente da Unafisco Nacional, Kleber Cabral, para depor sobre declarações dadas à imprensa na quarta-feira (18). A oitiva foi agendada para nesta sexta-feira (20), às 15h.
Uma das entrevistas foi à CNN Brasil, na qual Cabral afirmou não haver indícios de vazamento por auditor alvo da operação de quarta.
Ele afirmou também que investigar a facção PCC provoca mais temor entre os servidores do que o STF. A Unafisco divulgou uma nota crítica à operação, defendendo devido processo legal, presunção de inocência e proporcionalidade.
Contexto da operação
A entidade ressaltou preocupação com a atuação policial e com o andamento do processo. Lembrou que, em 2019, Moraes afastou dois Auditores-Fiscais por vazamento de informações de parentes de ministros do STF, decisão que depois foi reconsiderada.
CNN Brasil procurou o STF e aguarda posicionamento oficial.
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