- Investigadores da PF ficaram satisfeitos com a escolha do ministro André Mendonça como novo relator do caso Master, após a saída de Dias Toffoli.
- Houve preocupação de que o caso pudesse ficar paralisado ou sofrer limitações à autonomia das investigações com a troca de relatoria.
- Mendonça, em primeira conversa, autorizou a PF a seguir com as investigações sem interferência, segundo fontes envolvidas.
- O ministro precisou se inteirar do inquérito, já que o acesso ao processo era restrito ao relator anterior, e houve vazamento do relatório entregue ao ministro Edson Fachin, gerando mal-estar.
- No STF, a nomeação também trouxe alívio: Mendonça é visto como perfil técnico e sem ligações políticas, e acumula o caso Master com as investigações sobre fraudes no INSS; governo Lula não vê perseguição.
Após a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Master, investigadores da Polícia Federal (PF) e do STF encaram a mudança como importante para o andamento das apurações. A nomeação de André Mendonça, sorteado para assumir o inquérito, foi recebida com alívio pelos envolvidos.
Segundo apuração do blog, a principal preocupação era evitar que o caso ficasse parado ou que houvesse restrição à autonomia das investigações. A troca de relatoria era vista como possível freio aos trabalhos sobre fraudes bilionárias.
Ao assumir, Mendonça deu sinais de que não haverá interferência na linha de trabalho da PF. Ele comunicou aos delegados que a equipe possui autonomia para seguir o ritmo necessário para esclarecer os fatos.
Contexto do caso Master
Mendonça precisou compreender todos os passos da investigação, já que o acesso ao processo era restrito ao antigo relator. O material visto por outros ministros era o relatório da PF entregue ao STF, em reunião anterior.
Repercussão no STF
Dentro do tribunal, ministros expressaram alívio pela escolha. A avaliação é de que Mendonça possui perfil técnico e não integra grupos políticos internos, o que reforça a percepção de tratamento técnico e equilibrado.
Impacto para as investigações
Para quem temia obstrução de Justiça ou prazos dificultados, a nomeação é vista como fim de incertezas e início de uma condução mais transparente. Mendonça acumula o caso Master com as apurações sobre fraudes no INSS, sem críticas abertas do governo sobre perseguição política.
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