- Renan Calheiros afirmou que a antecipação do depoimento de Daniel Vorcaro à CPMI do INSS para 23 de fevereiro é uma manobra do Centrão para esvaziar a oitiva da CAE, marcada para o dia seguinte.
- Segundo o senador, há uma movimentação para reduzir o impacto do depoimento na CAE, com Vorcaro falando primeiro à CPMI, que investiga irregularidades em empréstimos consignados no INSS.
- Renan aponta como alvo do Centrão os líderes Artur Lira, Hugo Motta e Ciro Nogueira; Lira disse ao blog que o comentário reflete briga regional.
- A Comissão de Assuntos Econômicos pretende ampliar o escopo das apurações e fiscalizar o Banco Master, sob suspeita de fraude bilionária.
- Vorcaro informou disposição para colaborar com as investigações; Renan afirmou que a remarcação visa reduzir a repercussão da oitiva na CAE.
Renan Calheiros acusa o Centrão de manobrar para esvaziar o depoimento de Daniel Vorcaro. O dono do Banco Master teve a oitiva na CPMI do INSS antecipada para segunda-feira (23), antes do depoimento previsto na CAE do Senado.
Segundo o senador, a mudança busca reduzir o impacto da versão de Vorcaro na avaliação da atuação do banco em operações de empréstimos consignados ligados ao INSS. A movimentação é vista como estratégica para limitar o demodo de apuração.
Vorcaro já manifestou disposição para colaborar com as investigações e prestar esclarecimentos ao Senado, conforme Renan. A remarcação, na leitura do parlamentar, visa atenuar a repercussão da oitiva seguinte na CAE.
A CAE pretende ampliar o foco das apurações, incluindo a atuação do Banco Master em uma investigação de suposta fraude bilionária. Renan lidera um grupo no Senado que defende uma apuração mais abrangente do caso.
Artur Lira, Hugo Motta e Ciro Nogueira foram citados por Renan como alvos de uma possível articulação para manter Vorcaro na CPMI. Lira disse que o comentário do senador reflete uma briga regional entre eles.
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