- Pancarta com a imagem de Donald Trump foi afixada na sede do Departamento de Justiça, ostentando o lema “Fazer com que os Estados Unidos voltem a ser seguros”.
- Um porta-voz afirmou estar “orgulhoso” de celebrar a sua “labor histórica” para manter o país seguro sob a liderança de Trump.
- O segundo mandato de Trump é citado como período em que houve ações para ampliar sua presença institucional e renomear órgãos públicos.
- No ano passado, outras pancartas já foram instaladas em órgãos como o Departamento de Trabalho, o Departamento de Agricultura e o Kennedy Center.
- O texto lembra de casos anteriores: em 2023, o ex-fiscal especial Jack Smith acionou Trump por documentos confidenciais e por conspiração; em 2025 Trump concedeu perdões a participantes do 6 de janeiro, e o DOJ demitiu vários funcionários ligados às investigações.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos instalou uma grande faixa com a imagem do presidente Donald Trump na frente de sua sede, em Washington. A peça, afixada entre duas colunas de uma esquina do complexo, traz o lema de retorno à segurança nacional. A ação ocorreu na última quinta-feira, em meio a ações de comunicação institucional.
Segundo um porta-voz do DOJ citado por veículos norte-americanos, a instituição afirmou estar orgulhosa de celebrar um trabalho histórico para tornar o país mais seguro sob a liderança de Trump. A declaração reforça o alinhamento entre a imagem do governo e a gestão atual.
Ao longo do último ano, outras bandeiras com a imagem de Trump já foram expostas em prédios federais, incluindo agências de trabalho, agricultura e cultura. Em 2023, autoridades jurídicas assinaram acusações formais contra Trump por retenção de documentos classificados e por suposta conspiração para reverter o resultado de 2020.
Após a posse de Trump em janeiro de 2025, houve indultos a detidos por incidentes envolvendo o Congresso e o Capitólio. O ex-fiscal especial do DOJ, que havia conduzido parte das investigações, retirou casos contra o então presidente, citando políticas do departamento que limitam ações contra um presidente em exercício. Desde então, a gestão atual substituiu diversos oficiais ligados aos inquéritos.
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