- Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL, usou o Carnaval para falar ao eleitor de centro e atingiu recorde de engajamento nas redes.
- O impulso surge no contexto da manifestação da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula, que a campanha utilizou na estratégia.
- No Instagram, o vídeo após a apresentação da escola soma 2,4 milhões de curtidas; outras publicações variam entre 100 mil e 400 mil interações.
- Em tom de mensagem aos eleitores, ele afirma não ser simpatizante nem de Lula nem de Bolsonaro e mira evangélicos, católicos e trabalhadores de outras escolas.
- A equipe de Flávio apresenta a estratégia como busca por uma imagem mais moderada, em contraste com o pai, Jair Bolsonaro, e aponta possível uso de dinheiro público para patrocinar a suposta “campanha antecipada” do petista.
O pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, usou a repercussão de um desfile de Carnaval para falar ao eleitor de centro. Em Niterói, a escola Acadêmicos de Niterói homenageou Lula, em meio a críticas do senador. A ação visou reforçar a mensagem de moderação de Flávio. O conteúdo foi divulgado nas redes do político.
No Instagram, o vídeo da apresentação da escola de samba gerou 2,4 milhões de curtidas. Outras postagens associadas ao tema alcançaram centenas de milhares de interações. A estratégia busca ampliar o alcance junto a diferentes perfis de eleitores.
Flávio Bolsonaro afirma, na publicação, que não se posiciona como simpatizante nem de Lula nem de Bolsonaro. O discurso direciona mensagens a evangélicos, católicos e trabalhadores de outras escolas de Carnaval, conforme o material redistribuído pela campanha.
Engajamento nas redes
A campanha desenvolve a ideia de uma figura moderada, com tom menos áspero que o de Jair Bolsonaro. O objetivo é ampliar a atratividade entre eleitores que não se reconhecem em divisões políticas rígidas.
Contexto da campanha
Segundo a equipe de Flávio, a ação também aborda o uso de recursos públicos para patrocinar eventos culturais, enquadrando o tema como parte de uma “campanha antecipada” para Lula. A narrativa busca contraste com o discurso do governo federal.
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