- Lula afirmou que quer conversar com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre uma negociação soberana para venda e exploração de minerais críticos e terras raras.
- A conversa, segundo ele, seria olho no olho e tratará de questões de interesse para ambos os países, incluindo o fim do tarifaço e o combate ao crime organizado internacional.
- O presidente disse que não quer transformar o Brasil em um “santuário” da humanidade e que prefere negociar de forma soberana, explorando os minerais dentro do território nacional e vendendo para quem quiser.
- A declaração foi dada a uma TV local na Índia, durante agenda oficial; a entrevista foi traduzida para o inglês, e não houve divulgação de tradução oficial pelo Planalto.
- Lula também mencionou que pretende ir aos EUA para ampliar o combate ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado, comparando ações no Brasil às propostas de Trump.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que pretende tratar com o presidente dos EUA, Donald Trump, de uma negociação soberana para a venda e exploração de minerais críticos e terras raras. A declaração foi dada durante entrevista a uma TV local na Índia, onde Lula está em agenda oficial.
Segundo Lula, o objetivo é discutir o assunto de forma direta, com foco na soberania brasileira sobre o aproveitamento desses recursos estratégicos para a economia do país. O presidente enfatizou que o Brasil tem grande potencial nesse setor, mas não quer transformar o território em um “santuário” mundial.
O relato do presidente também citou temas como o fim do tarifaço e o combate ao crime organizado internacional. Lula afirmou que pretende conduzir a negociação para que o processo de transformação dos minerais seja realizado dentro do Brasil e que a venda ocorra conforme os interesses do país.
Ainda segundo Lula, a ideia é ir aos Estados Unidos para tratar, de forma bilateral, questões de interesse comum, incluindo a atuação conjunta no combate ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado. A fala ocorreu em contexto de agenda internacional, com tradução para o inglês disponível apenas de forma parcial.
A reportagem está em atualização. Não há confirmação de divulgação de uma tradução oficial pela Presidência da República até o momento.
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