- Malafaia usou plataformas digitais para marcar seis meses desde as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito de polêmicas envolvendo o ministro.
- Em vídeo, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo classificou o período como perseguição política e religiosa.
- Em vinte de agosto de 2025, ao retornar de viagem, a Polícia Federal apreendeu o passaporte, cadernos teológicos e celular dele, além de proibí-lo de contato com investigados como Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
- O pastor afirma não haver risco de fuga que justifique a retenção do passaporte e já havia pedido a devolução do documento no ano anterior.
- O material também critica a tramitação do inquérito das fake news, aberto em 2019, sob relatoria de Moraes, e que, para Malafaia, transforma opinião em crime.
- Ao final do vídeo, Malafaia convocou apoiadores para ato público em 1º de março, às 14h, na Avenida Paulista, em São Paulo, repetindo críticas ao ministro.
O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, utilizou suas redes nesta sexta-feira para marcar seis meses desde o início das medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A publicação sugere um marco na escalada de polêmicas envolvendo o magistrado.
Em vídeo divulgado pela manhã, Malafaia classificou o período como perseguição política e religiosa, sem apresentar provas que alterem o entendimento sobre o tema. A gravação ocorre em meio a críticas da imprensa sobre o caso.
Contexto da investigação
Em 20 de agosto de 2025, ao retornar de viagem internacional e desembarcar no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, Malafaia teve o passaporte apreendido por agentes da Polícia Federal, mediante determinação de Moraes. Também foram recolhidos cadernos teológicos e o celular; o pastor ficou proibido de manter contato com investigados, incluindo Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
No material divulgado nesta sexta, Malafaia argumenta não haver risco de fuga suficiente para justificar a retenção do passaporte. O pastor reiterou antigas críticas ao andamento do inquérito das fake news, aberto em 2019, sob relatoria de Moraes, alegando que o ministro transforma opinião em crime ao manter a investigação em curso.
Convocação de manifestação
De acordo com o material, Malafaia convoca apoiadores para um ato público no dia 1º de março, às 14h, na Avenida Paulista, em São Paulo. A fala do pastor voltou a atacar Moraes, com afirmações de que a atuação do magistrado pode impactar o equilíbrio entre justiça e opinião pública.
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