- PT, PCdoB e PV acionaram o Tribunal Superior Eleitoral nesta sexta-feira, 20, para questionar o uso irregular de inteligência artificial em publicações do PL, do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do governador de Minas, Romeu Zema (Novo).
- As ações acusam propaganda eleitoral antecipada e apontam que vídeos manipulados com IA teriam como objetivo atacar o presidente Lula (PT) e confundir o eleitorado.
- Um dos vídeos de Flávio mostra Lula e a primeira-dama Rosângela da Silva em desfile de carnaval; o conteúdo é apresentado como crítica à homenagem feita pela Acadêmicos de Niterói.
- Os órgãos de esquerda dizem que as publicações com IA têm finalidade exclusiva de difamar Lula e associá-lo a escândalos, prejudicando a imagem do pré-candidato.
- O TSE ainda não decidiu sobre os casos; Flávio, Zema e PL não comentaram; os vídeos questionados permanecem no ar.
O PT, PCdoB e PV apresentaram cinco ações no Tribunal Superior Eleitoral nesta sexta-feira, 20, contra o PL, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de Minas, Romeu Zema (Novo). As siglas alegam uso irregular de inteligência artificial em publicações com ataques ao presidente Lula.
Segundo as acusações, vídeos manipulados por IA teriam sido veiculados para denegrir Lula e confundir o eleitorado. Um dos conteúdos envolve Lula e a primeira-dama Rosângela da Silva em desfile de carnaval, com mensagens que atacam o casal. A peça seria baseada em uma crítica à homenagem de uma escola de samba.
As ações sustentam que as publicações visam propaganda antecipada e a criação de associacões improcedentes entre Lula e escândalos financeiros, como menções à liquidação do Banco Master e descontos indevidos do INSS. PT, PCdoB e PV apontam finalidade claramente eleitoral.
Conforme os denunciantes, o PL e Zema teriam adotado tons semelhantes em conteúdos produzidos com IA, com o mesmo objetivo de prejudicar a imagem de Lula. Em nota, as siglas afirmam que a propaganda deve ser impugnada e que os responsáveis sejam punidos.
O TSE ainda não se manifestou sobre os pedidos. Flávio Bolsonaro, Zema e o PL não comentaram as acusações. Os vídeos questionados permanecem no ar até o momento.
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