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Mais de 3.000 participam de marcha pela morte de ultradireitista em Lyon

Mais de 3.200 manifestantes participam da marcha em Lyon, com grande dispositivo policial para evitar confrontos entre apoiadores e opositores

Manifestantes en Lyon portando pancartas con el mensaje "antifas asesinos", este sábado.
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  • Em Lyon, um grande dispositivo de segurança, com centenas de policiais e drones, foi montado para evitar confrontos na marcha em homenagem a Quentin Deranque, jovem ultradireita de 23 anos.
  • A marcha começou após as três da tarde e reuniu cerca de 3.200 manifestantes, acima da previsão do Ministério do Interior, que estimava entre 2.000 e 3.000.
  • A prefeitura autorizou o uso de drones e definiu um itinerário de aproximadamente 1,5 quilômetro, com reforço da segurança em transportes e acessos às estações.
  • A família do falecido não participou do ato, pedindo que o evento fosse pacífico e sem expressões políticas; o presidente do partido Reagrupamento Nacional pediu que militantes vinculados à ultradireita não participassem.
  • O presidente Emmanuel Macron pediu calma e anunciou reunião com o ministro do Interior para revisar grupos violentos vinculados a partidos, sejam da direita ou da esquerda.

Un grande dispositivo policial foi mobilizado em Lyon, no sul da França, neste sábado, para impedir confrontos entre manifestantes pró e anti extremismo. A marcha, em homenagem a Quentin Deranque, jovem de 23 anos morto após agressão, reuniu milhares de pessoas e contou com drones e intervenção de centenas de policiais.

Segundo a prefeitura do departamento de Rhône, cerca de 3.200 manifestantes participaram do ato, iniciado por volta das 15h. O trajeto autorizado teve extensão de aproximadamente um quilômetro e meio, com restrição a qualquer concentração fora do itinerário. A família de Deranque optou por não participar para evitar violência, mantendo o pedido por uma homenagem pacífica sem uso político.

Dispositivo de segurança e participação

O ministro do Interior autorizou a marcha, prevista em redes sociais, e o governo esperava presença de militantes estrangeiros, principalmente da Itália. A prefectura de Rhône destacou que o esquema de segurança visa evitar confrontos dentro da marcha e também possíveis contramanifestações. O plano incluiu reforço de vigilância em transportes e controles em estações para impedir a entrada de ativistas.

Reações políticas e contexto da marcha

O prefeito de Lyon, Grégory Doucet, havia pedido a não autorização do evento, citando riscos de violência, mas a decisão coube ao governo central. O presidente Emmanuel Macron pediu serenidade e afirmou que o tema exige responsabilidade, com promessas de revisar grupos violentos vinculados a partidos.

Entre os participantes, figuras políticas expressaram posições distintas. O líder do RN, Jordan Bardella, pediu que militantes não participem, mencionando associações com grupos de ultradireita. A existência de sete pessoas sob investigação pela morte de Deranque, em sua maioria ligadas ao movimento Jeune Garde, foi mencionada como contexto do tensionamento político que permeia as eleições municipais, marcadas para março.

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