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Ativistas penduram foto de Andrew deixando custódia policial no Louvre

Foto de Andrew Mountbatten-Windsor sendo levado pela polícia após prisão é afixada no Louvre por ativistas, em meio a investigações sobre conduta pública

The British political campaign group Everyone Hates Elon fixed the photo to a wall in the Louvre gallery in Paris on Sunday.
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  • Ativistas do grupo Everyone Hates Elon penduraram no Louvre, em Paris, uma foto de Andrew Mountbatten-Windsor sendo levado da delegacia após a prisão.
  • A imagem, capturada pelo fotógrafo da Reuters Phil Noble, mostra o ex-príncipe sentado no banco traseiro de um Range Rover; a prisão ocorreu na quinta-feira, no complexo Sandringham, em Norfolk, por suspeita de conduta em cargo público, e ele ficou 11 horas sob custódia em Aylsham.
  • Mountbatten-Windsor, que completa 66 anos na prisão, é acusado de ter enviado informações confidenciais do governo a Jeffrey Epstein entre 2001 e 2011; e-mails divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em janeiro apontam o compartilhamento de relatos de visitas oficiais.
  • Segundo a polícia, buscas foram feitas na antiga residência dele no complexo de Windsor, na Berkshire, com conclusão prevista para segunda-feira; há pedidos para removê-lo da linha de sucessão ao trono, mantendo-o em oitavo lugar.
  • O governo, por meio da secretária de Educação, Bridget Phillipson, não descartou a possibilidade de uma investigação conduzida por juiz sobre os vínculos de Andrew com Epstein.

Um grupo de ativistas fixou uma foto de Andrew Mountbatten-Windsor saindo de uma delegacia de polícia na Galerie du Louvre, em Paris, neste fim de semana. A imagem, tirada por um fotógrafo da Reuters, mostra o ex-príncipe no assento traseiro de um Range Rover após a prisão.

Segundo a ação do grupo Everyone Hates Elon, a montagem tinha o objetivo de provocação política em relação a bilionários e aliados políticos. A organização já realizou intervenções públicas em Londres e Veneza para chamar a atenção sobre impostos.

Mountbatten-Windsor foi preso na quinta-feira, no complexo Sandringham, na Inglaterra, sob suspeita de abuso de autoridade. Ele permaneceu em custódia por 11 horas na delegacia de Aylsham, em Norfolk, antes de ser liberado.

Detalhes do caso e próximos passos

A polícia iniciou buscas na antiga residência do príncipe, no condomínio Windsor, em Berkshire, na quinta-feira, com conclusão prevista para segunda-feira. A linha de sucessão mantém o príncipe em sétimo ou oitavo lugar, conforme apurações.

Fornecedor oficial do governo indicou que há possibilidade de uma perícia judicial para avaliar as ligações entre Mountbatten-Windsor e o caso Epstein, com informações vazadas de visitas oficiais. Não houve comentários diretos do ex-príncipe até o momento.

O governo britânico reagiu parcialmente: a secretária de Educação mencionou a possibilidade de uma apuração judicial liderada por um juiz, mantendo neutralidade no desfecho. Não houve confirmação de novo posicionamento até o fechamento desta edição.

Contexto acionário e histórico

Mountbatten-Windsor é figura ligada a controvérsias desde a relação com Jeffrey Epstein. Anteriormente, renunciou a funções reais e perdeu patrocínios em janeiro de 2022. As investigações em curso não indicam conclusão imediata.

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