- As operações no terminal portuário fluvial da Cargill em Santarém, Pará, permanecem paralisadas na manhã desta segunda-feira devido à ocupação de manifestantes indígenas.
- Na sexta-feira, trabalhadores foram evacuados pela trading, que acompanha os riscos aos embarques de soja e milho.
- Os manifestantes protestam contra planos de dragagem dos rios por onde os grãos são transportados para exportação.
- A situação aumenta as tensões entre comunidades locais e a empresa, com impacto nos embarques de soja e milho.
- A assessoria da Cargill informou a evacuação e a paralisação, sem revelar novos detalhes.
As operações no terminal portuário fluvial da Cargill em Santarém, no Pará, seguem paralisadas na manhã desta segunda-feira. Manifestantes indígenas continuam ocupando as instalações, segundo a assessoria de imprensa da empresa.
A Cargill informou que os funcionários foram evacuados na sexta-feira, aumentando a tensão contornada entre a comunidade local e a multinacional. A empresa cita riscos aos embarques de soja e milho devido à ocupação.
Segundo a companhia, a paralisação envolve o arrendamento privado do terminal, utilizado para movimentação de grãos antes da exportação. A evacuação ocorreu após pressões relacionadas a planos de dragagem dos rios da região.
A ocupação ocorre em meio a debates sobre impactos ambientais e sociais das obras de melhoria de vias de navegação. A empresa segue monitorando a situação e avaliando medidas para retomada segura das operações.
Contexto: a situação envolve questões de infraestrutura logística e relação com comunidades locais, sem detalhes de negociações ou prazos para o retorno das atividades.
Entre na conversa da comunidade