- O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, quer ouvir Daniel Vorcaro presencialmente em Brasília e rejeita depor em reunião fechada em São Paulo.
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Vorcaro recebeu habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF) que o isenta de comparecer; a defesa sugeriu três formatos de depoimento: em São Paulo, por videoconferência ou presencialmente em 3 de março.
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A CPMI recorreu ao parecer do ministro Mendonça para que o banqueiro preste depoimento; o relator Alfredo Gaspar criticou a ideia de “depoimento marmita”.
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Segundo Viana, o custo do deslocamento de Vorcaro para Brasília ficaria por conta dele; ele é contrário ao uso de avião da Polícia Federal, estimando entre 150 mil e 200 mil reais esse custo.
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Documentos sigilosos sobre Vorcaro ainda não chegaram à CPMI; a Polícia Federal recebeu a ordem de repassar, e os papéis devem ficar em sala-cofre no Senado, sem acesso a aparelhos eletrônicos.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou que não abrirá mão de ouvir o banqueiro Daniel Vorcaro presencialmente em Brasília. A defesa havia sugerido uma reunião fechada em São Paulo, mas a CPMI não aceita a proposta.
Viana destacou que, segundo o STF, Vorcaro é investigado no inquérito da CPMI, enquanto na comissão ele seria testemunha. Ele disse que a decisão cria conflito entre o Parlamento e o STF, dificultando as investigações.
O dono do Banco Master teve habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça, permitindo o não comparecimento. A defesa indicou três alternativas: depoimento em São Paulo, por videoconferência ou presencialmente no dia 3 de março.
Avanços e próximos passos
A CPMI recorreu para que Mendonça reconsidere a ordem de não obrigatoriedade do depoimento. O relator, deputado Alfredo Gaspar, rejeitou a ideia de depoimento que não fosse presencial.
Segundo Viana, o custo de transportar Vorcaro em avião da Polícia Federal seria entre 150 mil e 200 mil reais, valor considerado inadequado pela comissão. Ele defendeu que o trajeto seja custeado pelo próprio banqueiro.
Documentos sigilosos
Relator e presidente informaram que documentos sigilosos sobre Vorcaro ainda não chegaram à CPMI. A decisão envolve repasse pela Advocacia à PF, que, por sua vez, deve entregar aos membros. A sala-cofre do Senado será o local de acesso restrito.
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