- Carlos Bolsonaro (PL‑SC) e Valdemar da Costa Neto discutem publicamente as indicações de candidatos do PL para as disputas de 2024.
- Carlos afirmou, em post no X, que Jair Bolsonaro está preparando uma lista de pré‑candidatos ao Senado, aos governos estaduais e a outras funções relevantes.
- Valdemar disse ao Poder360 que cabe à direção do partido indicar alguns cargos, e que o Senado seria definido pela indicação de Jair Bolsonaro.
- Carlos reagiu com um print de uma matéria do Poder360 e afirmou que a fala não foi dele, dizendo que houve orientação de Jair para a lista de apoiados.
- O ex‑vereador criticou a atuação do PL, sugerindo desencontro e cobrando mais apoio ao pai, a quem chamou de “preso político” em tom que indicou insatisfação interna.
O rolo entre Carlos Bolsonaro e Valdemar Costa Neto ganhou novo capítulo nesta semana, com ataques públicos sobre a indicação de candidaturas do PL para as eleições deste ano. A divergência veio à tona após uma postagem de Carlos, que envolve o pai, Jair Bolsonaro, e situações no partido.
Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado pelo PL-SC, criticou o que chamou de conflito interno sobre quem fica apto a indicar vagas proporcionais. O desentendimento se intensificou após Jair Bolsonaro concluir a visita ao presídio Papudinha, quando Carlos disse que o pai está preparando uma lista de pré-candidatos para Senado, governos estaduais e outras posições relevantes.
Valdemar da Costa Neto afirmou, em entrevista, que a direção do PL é responsável por indicar determinados cargos, enquanto o Senado ficaria sob a influência de Bolsonaro. A declaração gerou reação entre aliados, que costumam discutir abertamente o tema em planos internos do partido.
Controvérsia sobre as indicações do PL
Carlos reagiu à fala de Valdemar, destacando que as informações sobre a lista de candidatos teriam a participação direta de Jair Bolsonaro. O ex-vereador afirmou que o presidente indicaria quem apoiaria, enquanto Valdemar afirmou que as decisões são compartilhadas entre lideranças e correponsáveis pelo parlamento.
O dirigente catalisou críticas ao que chamou de falta de alinhamento dentro da sigla, sugerindo que o apoio ao pai poderia ser mais amplo. Em tom de cobrança, Carlos sugeriu que o PL poderia fortalecer a figura de Jair Bolsonaro, mantendo críticas discretas à condução atual do partido.
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