- A OAB pediu ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, o encerramento do inquérito 4781, conhecido como “inquérito das fake news” ou “inquérito do fim do mundo”.
- O inquérito foi instaurado em 2019 por decisão do então presidente do STF, Dias Toffoli, e relatado pelo ministro Alexandre de Moraes.
- A OAB mudou de postura desde o início, quando apoiava a abertura da investigação, para defender o arquivamento no atual momento.
- A Procuradora-Geral da República na época, Raquel Dodge, criticou a condução do caso, apontando inconstitucionalidades.
- O episódio envolve debates sobre Estado de Direito, como sistema acusatório, juiz natural, devido processo legal, ampla defesa e liberdade de expressão, com referência ao voto vencido do ministro Marco Aurélio no julgamento da ADPF 572.
A OAB encaminhou ao STF um pedido de encerramento do inquérito 4781, conhecido como inquérito das fake news. O pedido foi feito ao presidente do tribunal, ministro Edson Fachin, e discute a viabilidade de dar fim ao procedimento iniciado em 2019. O caso abriu debates sobre limites e segurança jurídica.
O inquérito foi instaurado por decisão de Dias Toffoli, na presidência do STF, e tem como relator o ministro Alexandre de Moraes. A Polícia Federal e o Ministério Público atuam como parte investigativa no processo, que envolve críticas sobre métodos e alcance.
OAB aponta mudança de posicionamento: antes, a instituição apoiou a abertura da investigação; hoje, defende o arquivamento. O episódio envolve a disputa entre fontes institucionais sobre atuação do Estado e controle de informações públicas.
Análise jurídica e histórico processual
Críticas de Raquel Dodge, então Procuradora-Geral da República, destacaram inconstitucionalidades na condução do caso. O voto vencido do ministro Marco Aurélio na ADPF 572 também é lembrado como parte do debate sobre legitimidade e parâmetros do inquérito.
O conteúdo envolve temas centrais do Estado de Direito, como sistema acusatório, juiz natural, devido processo legal, ampla defesa e liberdade de expressão. O episódio não encerra a discussão, apenas aponta divergências existentes.
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