- Paulinho da Força afirma que derrubar o veto de Lula à dosimetria da pena de Bolsonaro é prioridade do Congresso, apontando apoio de diferentes partidos e criticando o veto como movimento de conflito em vez de pacificação.
- O deputado sustenta que a derrubada pode ocorrer no início do ano e que, mesmo em eventual decisão do STF, a maioria dos parlamentares não teme o resultado.
- Ele sinaliza a possibilidade de um acordo para derrubar o veto ao mesmo tempo em que busca acalmar o clima para uma CPI do Master, e vê a CPI como pauta improvável de avançar sem acordo entre parlamentares.
- Sobre a PEC do 6×1, Paulinho afirma que é muito difícil aprová-la rapidamente em 2024, devido ao calendário apertado e à necessidade de amplo debate antes de mudanças trabalhistas.
Paulinho da Força afirma haver acordo em torno de derrubada do veto do presidente Lula à redução da pena de Jair Bolsonaro. O deputado detalha que o tema ganhou prioridade no Congresso, com apoio de diferentes siglas, e que o governo teria adiantado tensões em vez de buscar a pacificação.
Segundo o parlamentar, mesmo que a votação termine no STF, a maioria dos deputados não teme o resultado. A leitura é de que é possível um acordo para derrubar o veto ao mesmo tempo em que se reduz o clima de atrito público, abrindo espaço para tratar de outros temas.
A atuação de Paulinho também envolve a eventual instalação de uma CPI chamada Master, que ele classifica como improvável de avançar no momento. O deputado afirma que apenas um acordo entre parlamentares pode viabilizar a derrubada do veto sem comprometer a pauta prioritária do Congresso.
> Não vejo a CPI do Master caminhando sem acordo entre as lideranças, diz o parlamentar, que acrescenta que o veto ao projeto de dosimetria teve amplo apoio no Congresso e precisa ser discutido com a devida tranquilidade.
Cenário da PEC 6×1 e agenda legislativa
Paulinho avalia que a PEC que propõe reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais não deve avançar rapidamente em 2024. O deputado cita calendário apertado e a proximidade das eleições como entraves para aprovação “a toque de caixa”.
> É muito difícil debater uma mudança tão ampla até junho e votar ainda antes das eleições, afirma o parlamentar, que ressalta a necessidade de mais tempo de debate antes de eventuais mudanças trabalhistas.
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