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PGR afirma que Marielle tornou-se alvo de milícias por enfrentar a organização

PGR afirma que Marielle Franco tornou-se alvo de milicianos por enfrentar organização criminosa, após a emboscada de março de 2018 no Rio

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  • A PGR afirmou que Marielle Franco se tornou alvo de milicianos por impor obstáculos à organização criminosa.
  • A declaração foi feita durante audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado do Senado, pelo subprocurador-geral Humberto Jacques de Medeiros.
  • Marielle foi morta em emboscada na noite de 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, junto com o motorista Anderson Pedro Gomes; há suspeitas de envolvimento de milicianos e de políticos ligados ao crime organizado.
  • A audiência discutiu o andamento das investigações sobre o assassinato e a atuação das organizações criminosas no estado, destacando a luta contra a impunidade e a proteção de testemunhas.
  • A PGR informou que continuará acompanhando o caso de perto e buscando esclarecer todos os fatos relacionados ao assassinato de Marielle Franco.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou nesta quarta-feira (24) que a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) passou a ser alvo de milícias por impor obstáculos à organização criminosa. A declaração ocorreu durante audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado do Senado.

Segundo o subprocurador-geral Humberto Jacques de Medeiros, Marielle tinha uma postura de enfrentamento às organizações criminosas, o que a tornou objeto de ameaças e ações de violência. A PGR ressaltou que a atuação pública da vereadora dificultava as atividades do crime organizado.

A morte de Marielle ocorreu na noite de 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, quando também foi assassinado o motorista Anderson Pedro Gomes. A investigação não está completamente elucidada, e existem suspeitas de envolvimento de milícias e de políticos ligados ao crime organizado.

A audiência pública discutiu o andamento das investigações e a atuação de organizações criminosas no estado. Medeiros reforçou a necessidade de combater a impunidade, além de assegurar proteção a testemunhas e a denunciantes de crimes.

A PGR informou que continuará acompanhando o caso de perto e trabalha para esclarecer todos os fatos relacionados ao assassinato de Marielle Franco e às ameaças de grupos criminosos ligados ao Rio de Janeiro.

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