- O PSTU lançou a pré-candidatura de Hertz Dias à presidência da República para as eleições de 2026, apresentando-o como oposição ao governo federal e à extrema-direita.
- O anúncio ocorreu nesta terça-feira, 24, junto de um manifesto e do programa do partido.
- A oficialização das candidaturas pelos partidos deve ocorrer entre julho e agosto, com confirmação ainda pendente.
- O programa do PSTU propõe fim da escala 6×1, aumento geral dos salários até o mínimo do Dieese e isenção de Imposto de Renda para assalariados, além da revogação das reformas Trabalhista e Previdenciária.
- Também prevê desmilitarização da Polícia Militar, criação de uma força de segurança civil única, descriminalização das drogas para combater milícias, e oposição à exploração de petróleo na Margem Equatorial e à privatização de hidrovias na Amazônia.
O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) anunciou nesta terça-feira (24) a pré-candidatura de Hertz Dias à presidência da República nas eleições de 2026. O anúncio foi feito por meio de comunicado do partido, que o apresenta como oposição ao Governo Federal e à extrema-direita.
Ainda segundo o PSTU, as pré-candidaturas precisam ser oficializadas pelos partidos entre julho e agosto, quando ocorrerá a confirmação dos nomes que disputarão o pleito de outubro.
O PSTU divulgou, junto com a pré-candidatura, o manifesto “Por uma alternativa para romper as engrenagens do sistema capitalista” e o programa defensor do partido. O conteúdo coloca propostas para a agenda trabalhista, social e de segurança pública.
Propostas do PSTU
O documento enfatiza o fim da escala 6×1 sem redução salarial e a implementação de aumentos salariais que cheguem ao mínimo definido pelo Dieese, além da isenção de Imposto de Renda para assalariados. Também defende a revogação das reformas Trabalhista e Previdenciária.
Entre as medidas, o PSTU destaca a garantia de direitos trabalhistas e proteção social para a categoria, bem como a desmilitarização da Polícia Militar. Propõe a criação de uma força de segurança civil única e a descriminalização das drogas como estratégia para enfrentar milícias e facções.
O manifesto também se posiciona contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial e contra a privatização de hidrovias na Amazônia, apontando como objetivos a autonomia econômica e a proteção de setores estratégicos.
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