- O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, disse que o estado vive dia triste após a morte de ao menos 22 pessoas provocadas pelas fortes chuvas em Juiz de Fora e Ubá; ele pretende ir a Juiz de Fora ainda hoje.
- O governo federal, por meio do ministro Waldez Góes, informou que a Defesa Civil atua desde a madrugada para atender as cidades, em parceria com as autoridades locais.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está nos Emirados Árabes Unidos, em agenda externa, após passagem pela Coreia do Sul e pela Índia.
- Juiz de Fora registrou 16 mortes e Ubá, 6; houve deslizamentos e soterramentos, com estado de calamidade decretado em ambas as cidades.
- Em Juiz de Fora, cerca de 440 pessoas estão desabrigadas; foram 251 ocorrências registradas pela prefeitura; as aulas estão suspensas e duas escolas municipais funcionam como acolhimento (Murilo Mendes e Camilo Ayupe).
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que o estado vive um dia triste após as fortes chuvas que atingiram Juiz de Fora e Ubá, deixando ao menos 22 mortos. Ele informou que o governo atua desde o início da emergência e que já pediu à equipe para ir a Juiz de Fora ainda hoje.
A prefeitura de Juiz de Fora registrou 16 mortes e Ubá contabiliza 6. O Corpo de Bombeiros trabalha com deslizamentos, soterramentos e pessoas presas em estruturas comprometidas. Em Juiz de Fora, 251 ocorrências foram registradas pela prefeitura.
Ao menos 440 desabrigados estão em Juiz de Fora, segundo a prefeitura. Em Ubá, a contagem de desabrigados ainda não foi divulgada. Escolas municipais suspenderam as aulas e duas unidades abriram as portas para acolhimento de desabrigados: Murilo Mendes e Camilo Ayupe.
Apoio federal
O governo federal afirmou prestar apoio desde a madrugada. Waldez Góes, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, informou que equipes da Defesa Civil já estão a caminho das cidades afetadas para atuar em conjunto com as autoridades locais.
Contexto da atuação e deslocamento
O presidente Lula está em viagem aos Emirados Árabes, com agenda marcada no país, incluindo reunião com o Xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan. A viagem ocorre após passagens pela Coreia do Sul e pela Índia, sem relação direta informada com a emergência em Minas.
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