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Após PL Antifacção perder R$ 30 bi, ministro busca verba em PEC da Segurança

Ministro da Justiça reivindica recursos para a PEC da Segurança após a Câmara excluir Cide-Bets, que renderia R$ 30 bilhões para o fundo

15.jan.2026 - O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva
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  • O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, pediu que o financiamento contra o crime organizado seja garantido na PEC da Segurança.
  • A Câmara aprovou o PL Antifacção sem o trecho da Cide-Bets, que previa 15% de alíquota sobre apostas esportivas e poderia render R$ 30 bilhões para o Fundo Nacional de Segurança Pública.
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu discutir a tributação das casas de apostas em projeto separado; o destaque foi aprovado em votação simbólica.
  • O ministro afirmou não ter havido acordo para retirar a cobrança das bets; a retirada ocorreu após o destaque apresentado em plenário.
  • Mesmo sem esse recurso, ele disse que existem outras opções de financiamento em estudo e que o modelo final precisa ter escala compatível com o desafio, defendendo que o Parlamento atenda na PEC da Segurança ou em outro projeto.

O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, afirmou que o financiamento para o combate ao crime organizado deve constar na PEC da Segurança. A Câmara aprovou, ontem, o PL Antifacção sem o trecho de tributação das bets, que renderia R$ 30 bilhões para a pasta.

A retirada da Cide-Bets ocorreu após um destaque apresentado em plenário, segundo o próprio ministro. O presidente da Câmara, Hugo Motta, informou que discutir a tributação das casas de apostas pode ficar para projeto separado.

Apesar da eliminação, o ministro ressaltou que a tributação das bets é apenas uma alternativa. Ele pediu que o Parlamento garanta recursos na PEC da Segurança ou em outra proposição, mantendo responsabilidade fiscal e viabilidade técnica.

Financiamento alternativo em estudo

Wellington César Lima e Silva disse que existem outras possibilidades em avaliação para sustentar o combate ao crime organizado. O modelo final, segundo ele, precisa ter escala compatível com o desafio.

O ministro enfatizou que não se faz segurança pública sem fonte de financiamento adequada. Ele ressaltou que propostas devem ser analisadas com cuidado, para assegurar viabilidade e continuidade das ações.

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