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Fux se afasta de ação da Rioprevidência, filho atua como advogado no caso

Impedimento de Fux em ação da Rioprevidência ocorre por atuação de seu filho Rodrigo Fux como advogado

Ação tramita há 17 anos e discute responsabilidade de gestores em supostas operações fraudulentas de fundo previdenciário.
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  • O ministro do STF Luiz Fux declarou-se impedido de julgar ação em que atua como advogado o filho, Rodrigo Fux, envolvendo Rioprevidência e o estado do Rio de Janeiro.
  • A ação acusa dois clientes de Fux de improbidade administrativa por suposta fraude estimada em R$ 500 milhões, ocorrida em 2010.
  • Rodrigo Fux é mestre e doutor em Direito Processual pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com o próprio Luiz Fux como orientador.
  • A Rioprevidência solicita ressarcimento aos cofres públicos pela avaliação fraudulenta de ativos do já liquidado Banco do Estado do Rio de Janeiro; na segunda instância, a 13ª Câmara Cível do TJ do Rio extinguiu o processo em relação aos dois administradores, decisão mantida em recursos ao STJ.
  • Levantamento do jornal Jornal Estado de São Paulo indica que 99% das ações de Rodrigo no STF e no STJ foram protocoladas após a posse do pai; o escritório afirma que não atuou em processos já em tramitação na Corte.

O ministro do STF Luiz Fux se declarou impedido de julgar uma ação na qual atua como advogado o seu filho, Rodrigo Fux. A Rioprevidência e o estado do Rio de Janeiro acusam dois clientes de improbidade administrativa em uma suposta fraude de 500 milhões de reais. O despacho foi publicado nesta quarta-feira (24).

Rodrigo Fux é mestre e doutor em Direito Processual pela Uerj, com orientação do próprio pai. Levantamento do Estado de S. Paulo aponta que 99% das ações de Rodrigo no STF e no STJ foram protocoladas após a posse de Luiz Fux. O escritório afirma que não atuou em processos que tramitavam no STF.

A suposta fraude ocorreu em 2010 e envolve clientes de Fux, que teriam sido multados em 90 milhões de reais pela CVM. A Rioprevidência busca ressarcimento aos cofres públicos, relacionado à avaliação de ativos do Berj, já liquidado.

Contexto do impedimento

A 13ª Câmara Cível do TJ-RJ extinção do processo contra dois administradores ocorreu em segunda instância, mesmo com recursos ao STJ, que não alteraram o resultado. A decisão destaca aspectos da atuação profissional de familiares vinculados ao caso.

A família de Fux também envolve a filha Marianna Fux, desembargadora do TJRJ. Em seu currículo, Marianna cita revisão de dois livros em homenagem ao pai e um artigo sobre os entendimentos de Luiz Fux.

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