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MP do Rio reabre investigação sobre rachadinha ligada a Carlos Bolsonaro

MP do Rio reabre apuração sobre suposta rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro, com novas diligências para esclarecer o caso

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) visita o pai, Jair Bolsonaro (PL), preso em Brasília. Foto: Evaristo SA / AFP
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  • O Ministério Público do Rio de Janeiro reabriu a investigação sobre suposta rachadinha no gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL).
  • A decisão da Procuradoria-Geral de Justiça determina novas diligências para aprofundar a apuração de desvios de recursos públicos.
  • O arquivamento anterior foi considerado prematuro e os autos foram encaminhados à quarta Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada.
  • A apuração envolve suspeita de fracionamento de salários de assessores parlamentares, com ao menos vinte e cinco pessoas citadas no procedimento.
  • A reabertura não significa condenação ou denúncia formal contra Carlos Bolsonaro; mira esclarecer pontos pendentes e validar provas já reunidas.

O Ministério Público do Rio de Janeiro retomou a apuração sobre suposta rachadinha no gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro. O caso, iniciado em 2019, foi arquivado em 2024, mas voltou à tramitação após avaliação da Procuradoria-Geral de Justiça. O objetivo é aprofundar diligências e esclarecer lacunas apontadas nos autos.

O arquivamento anterior não recebeu homologação, e os autos foram encaminhados à 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada. Segundo o MP, houve necessidade de prosseguir com a coleta de provas e oitivas de investigados. Outros 25 indivíduos aparecem como citados no procedimento.

A investigação apura desvio de recursos por meio do fracionamento de salários de assessores. Parte das provas já levantadas não teria sido analisada de forma completa, segundo relatório. A tramitação na primeira instância foi mantida pela inexistência de prerrogativa de foro à época.

Nova fase da apuração

Além de Carlos Bolsonaro, o procedimento envolve diversos assessores ligados ao gabinete. O MP destacou que a reabertura não implica condenação ou denúncia formal, mas sim a continuidade das diligências para esclarecer pontos pendentes. Carlos Bolsonaro foi vereador por sete mandatos no Rio e deixou o cargo após renúncia.

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