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STF condena, em votação unânime, autores do assassinato de Marielle Franco

Painel do Supremo Tribunal Federal condena ex-deputado e quatro suspeitos pela morte de Marielle Franco, citando ordem para silenciar opositores a esquema ilegal

New trial begins in the Marielle Franco murder case, in Brasilia
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  • Um painel do Supremo Tribunal Federal do Brasil decidiu, por unanimidade, condenar um ex‐deputado e mais quatro pessoas pelo envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018, no Rio de Janeiro, ao lado do motorista Anderson Gomes.
  • Os três juízes presentes entenderam que o ex‐deputado Chiquinho Brazao e o irmão dele, Domingos Brazao, vereador da corte de auditoria do estado, teriam ordenado o crime.
  • Marielle Franco era vereadora, ativista dos direitos humanos e negra, de 38 anos, criada na periferia do Rio e candidata a mudanças políticas por meio de seu partido.
  • O caso provocou comoção nacional e internacional, evidenciando violência contra autoridades eleitas e defensores de direitos humanos.
  • A decisão ocorre quase oito anos após o assassinato, que abalou o cenário político e colocou em debate a segurança de lideranças progressistas no Brasil.

A comissão do Supremo Tribunal Federal do Brasil votou na quarta-feira pela condenação de um ex-deputado federal e de quatro demais envolvidos no assassinato da vereadora e ativista dos direitos humanos Marielle Franco, ocorrido há cerca de oito anos no Rio de Janeiro, ao lado de seu motorista, Anderson Gomes.

Todos os integrantes da turma do STF entenderam que o ex-deputado Chiquinho Brazao, junto com seu irmão Domingos Brazao — vereador no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro —, ordenaram o homicídio para impedir a atuação de Marielle e de seu partido, segundo a apuração. A decisão representa o desfecho de um processo de grande repercussão nacional.

O veredito foi proferido em sessão realizada em Brasília, com base em provas apresentadas durante o julgamento, que teve início nesta semana após longa tramitação. As investigações apontaram motivações ligadas a interesses de ordem imobiliária que teriam motivado o crime em 2018.

Julgamento e próximos passos

A condenação, ainda não recebida em definitivo, abre caminho para recursos e para desdobramentos jurídicos envolvendo os demais réus. O caso segue atraindo atenção nacional e internacional devido à violenta violência contra uma líder política negra, LGBTQI+ e defensora de direitos humanos.

A família de Marielle Franco e organizações de direitos humanos aguardam desfechos que contribuam para a responsabilização de todos os envolvidos. As autoridades ressaltam que o julgamento reforça a demanda por justiça e pela investigação de redes que se apegam a interesses illegais.

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