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STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses por assassinato de Marielle

Supremo Tribunal Federal condena os irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses por mandar matar Marielle Franco e Anderson Gomes; Rivaldo Barbosa recebe 18 anos

Chiquinho Brazão pede ao STF prisão domiciliar humanitária por problemas de saúde. — Foto: Reprodução/TV Câmara dos Deputados
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  • STF condena Chiquinho Brazão e Domingos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão por serem mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro.
  • Crimes atribuídos a ambos: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada.
  • Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, ex-delegado, foi absolvido do homicídio qualificado por dúvida razoável, mas condenado a 18 anos de prisão por corrupção passiva e obstrução de justiça.
  • Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar, recebeu 56 anos de prisão por duplo homicídio e homicídio tentado.
  • Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão, foi condenado a 9 anos por organização criminosa.

A Primeira Turma do STF condenou os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão por terem sido mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro. A decisão envolve planejar e ordenar o crime.

Durante o julgamento, a turma acompanhou parcialmente a denúncia da PGR. A única divergência ocorreu em relação ao ex-delegado Rivaldo Barbosa, que foi absolvido do homicídio qualificado por dúvida razoável.

Rivaldo Barbosa foi considerado culpado por corrupção passiva e obstrução de justiça, recebendo 18 anos de prisão. Os demais réus também foram condenados por diferentes crimes ligados ao esquema de execução e organização criminosa.

Penas detalhadas

  • Domingos Inácio Brazão, conselheiro do TCE do RJ: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — 76 anos e 3 meses.
  • João Francisco Inácio Brazão, deputado cassado: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — 76 anos e 3 meses.
  • Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, ex-chefe da Polícia Civil do RJ: obstrução à justiça, corrupção passiva — 18 anos.
  • Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar: duplo homicídio e homicídio tentado — 56 anos.
  • Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão: organização criminosa — 9 anos.

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