- A base governista pediu ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que anule a sessão da CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, após a votação simbólica marcada por confusão.
- Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, afirmou que houve irregularidades na condução da deliberação e afirmou que pedirá a anulação formal do resultado.
- Segundo o governo, o número de congressistas contrários foi maior do que o registrado, o que poderia ter mudado o desfecho da votação.
- Deputados aliados acusaram o presidente da CPMI, Carlos Viana, de ignorar manifestações e avaliam apresentar representação no Conselho de Ética.
- A sessão foi marcada por protestos e troca de acusações; após o anúncio do resultado, houve tentativa de recontagem, que foi rejeitada pela presidência por entender que a votação foi simbólica.
A base governista anunciou que vai pedir a anulação da sessão da CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A reunião ocorreu nesta quinta-feira, em Brasília, e terminou com confusão no plenário após a votação simbólica. A medida envolve sigilos bancário e fiscal do filho do ex-presidente Lula.
Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, afirmou haver irregularidades na condução da deliberação e afirmou que formalizará o pedido de anulação. Segundo ele, houve fraude e desrespeito ao regimento ao longo da discussão.
Governistas argumentam que o número de contrários registrado seria menor do que o real, o que poderia ter alterado o resultado. Deputados aliados também criticaram o presidente da CPMI, Carlos Viana, por supostamente ignorar manifestações e avaliam levar o tema ao Conselho de Ética.
A sessão foi marcada por protestos e troca de acusações entre base e oposição. Após o anúncio da aprovação, parlamentares se dirigiram à mesa diretora para solicitar a recontagem, o que aumentou a tensão. A presidência, porém, rejeitou o pedido de anulação alegando que a votação simbólica segue o regimento.
Desdobramentos e próximos passos
A CPMI manteve a posição de não reabrir a votação naquele momento. O assunto tende a ganhar novos desdobramentos no âmbito do Congresso, com possíveis pautas de formalização de representação e novas avaliações sobre a condução dos trabalhos. O caso ainda não tem definição sobre eventuais consequências administrativas ou políticas para os envolvidos.
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