Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Base governista acusa fraude na CPMI do INSS e tenta anular sigilos de Lulinha

Base governista recorre a Davi Alcolumbre para anular a aprovação da quebra de sigilos de Lulinha; sessão da CPMI do INSS terminou em confusão e pressão por recontagem

Confusão generalizada marcou a sessão da CPMI do INSS desta quinta-feira 26. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
0:00
Carregando...
0:00
  • A base governista pediu ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que anule a sessão da CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, após a votação simbólica marcada por confusão.
  • Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, afirmou que houve irregularidades na condução da deliberação e afirmou que pedirá a anulação formal do resultado.
  • Segundo o governo, o número de congressistas contrários foi maior do que o registrado, o que poderia ter mudado o desfecho da votação.
  • Deputados aliados acusaram o presidente da CPMI, Carlos Viana, de ignorar manifestações e avaliam apresentar representação no Conselho de Ética.
  • A sessão foi marcada por protestos e troca de acusações; após o anúncio do resultado, houve tentativa de recontagem, que foi rejeitada pela presidência por entender que a votação foi simbólica.

A base governista anunciou que vai pedir a anulação da sessão da CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A reunião ocorreu nesta quinta-feira, em Brasília, e terminou com confusão no plenário após a votação simbólica. A medida envolve sigilos bancário e fiscal do filho do ex-presidente Lula.

Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, afirmou haver irregularidades na condução da deliberação e afirmou que formalizará o pedido de anulação. Segundo ele, houve fraude e desrespeito ao regimento ao longo da discussão.

Governistas argumentam que o número de contrários registrado seria menor do que o real, o que poderia ter alterado o resultado. Deputados aliados também criticaram o presidente da CPMI, Carlos Viana, por supostamente ignorar manifestações e avaliam levar o tema ao Conselho de Ética.

A sessão foi marcada por protestos e troca de acusações entre base e oposição. Após o anúncio da aprovação, parlamentares se dirigiram à mesa diretora para solicitar a recontagem, o que aumentou a tensão. A presidência, porém, rejeitou o pedido de anulação alegando que a votação simbólica segue o regimento.

Desdobramentos e próximos passos

A CPMI manteve a posição de não reabrir a votação naquele momento. O assunto tende a ganhar novos desdobramentos no âmbito do Congresso, com possíveis pautas de formalização de representação e novas avaliações sobre a condução dos trabalhos. O caso ainda não tem definição sobre eventuais consequências administrativas ou políticas para os envolvidos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais