- Base do governo protocolou pedido na presidência do Congresso para anular a sessão da CPMI do INSS que aprovou requerimentos para quebras de sigilos de Fabio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, a ser analisado por Davi Alcolumbre.
- O recurso também pede abertura de processo por quebra de decoro no Conselho de Ética do Senado para apurar a conduta de Carlos Viana, presidente do colegiado.
- O documento defende que, de forma preliminar, os efeitos da votação sejam suspensos e, ao final da análise, a presidência do Congresso declare a nulidade da deliberação.
- Alegam “nítida parcialidade” na condução dos trabalhos, destacando que a maioria presente era governista e anexam foto do momento em que governistas rejeitaram o requerimento.
- A sessão terminou em tumulto, com intervenção da Polícia Legislativa; aliados se reuniram com Alcolumbre para cobrar posição, que será analisada pela advocacia do Senado, sem prazo definido.
Na quinta-feira 26, deputados e senadores da base do governo protocolaram na presidência do Congresso Nacional um recurso que pede a anulação da sessão da CPMI do INSS. O foco é a aprovação de requerimentos que visavam quebras de sigilos de Fabio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. O documento foi assinado por 14 parlamentares e será analisado por Davi Alcolumbre, presidente do Senado.
O recurso também solicita a abertura de processo por quebra de decoro no Conselho de Ética do Senado para apurar a conduta de Carlos Viana, presidente do colegiado. O pleito busca, de forma preliminar, suspender os efeitos da votação até a conclusão da análise, e, ao fim, que a presidência declare a nulidade da deliberação.
Segundo os defensores da medida, houve nítida parcialidade na condução dos trabalhos. A justificativa aponta que a maioria presente era governista e que isso reforça a possibilidade de erro flagrante ou distorção deliberada na proclamação do resultado da votação simbólica. Há uma foto do momento em que os governistas se manifestaram a favor do pedido.
A sessão da CPMI terminou com tumulto e bate-boca, que exigiu a intervenção da Polícia Legislativa. Após o incidente, aliados ao Planalto reuniram-se com Alcolumbre na Residência Oficial do Senado para cobrar posicionamento. O chefe da Casa Alta orientou que o requerimento fosse formalizado por escrito, com registros de imagens, e informou que a questão será avaliada pela advocacia do Senado, sem prazo definido para decisão.
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