- Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso durante a segunda fase da operação Compliance Zero, anunciada para 16 de abril de 2026.
- A prisão ocorreu no contexto de investigações sobre operações sem lastro com o Banco Master e descumprimento de práticas de governança.
- Costa comandou o BRB de 2019 a novembro de 2025, quando a Justiça determinou seu afastamento.
- Ele foi indicado ao cargo pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e atuou no BRB até a queda de presidente em 2025.
- Antes de chegar ao BRB, Costa atuou na Caixa Econômica Federal desde 2001, ocupando o cargo de vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital.
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso nesta quinta-feira (16 abr 2026) pela Polícia Federal, na terça etapa da operação Compliance Zero. A ação ocorreu em Brasília durante diligências da investigação sobre operações sem lastro com o Banco Master e possível descumprimento de governança. A PF não informou detalhes operacionais.
Costa comandou o BRB entre 2019 e 2025, indicato pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB-DF). Ele ficou no cargo até novembro de 2025, quando a Justiça determinou seu afastamento. A prisão atual está ligada ao cumprimento de mandados na investigação em curso.
Formado em administração de empresas, Costa acumula mais de 20 anos no setor financeiro e realizou especializações no exterior. Antes de liderar o BRB, trabalhou na Caixa Econômica Federal desde 2001, ocupando a vice-presidência de Clientes, Negócios e Transformação Digital.
Contexto da investigação
A operação Compliance Zero mira possíveis irregularidades em operações do BRB associadas ao Banco Master, com foco em governança e integridade de procedimentos. A PF trabalha para esclarecer se houve facilitação de transações sem lastro e falhas de controle interno.
Implicações para o BRB
Com o afastamento em 2025, o BRB passou por mudanças administrativas, enquanto as apurações avançam. Não há, até o momento, confirmação de dano financeiro definitivo ao banco. A instituição não divulgou novos posicionamentos oficiais sobre o caso.
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