- A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, protocolou no STF uma petição dirigida ao ministro André Mendonça afirmando que a quebra de sigilo não era necessária.
- A peça, assinada pelo advogado Guilherme Suguimori, sustenta que o paciente já se colocou à disposição da corte para colaborar com as investigações e apresentar dados sobre o sigilo.
- A defesa diz estar surpresa com a decisão, mas reiterou interesse em fornecer voluntariamente os documentos necessários para esclarecer os fatos.
- Em nota, a defesa afirmou que Fábio Luís não participou de fraudes do INSS e não cometeu crime, destacando que desde o início mostrou disposição de colaborar e dissipar ilações.
- Diante das notícias, a defesa pediu ao STF acesso à suposta quebra de sigilo e informou que encaminhará ao Tribunal os documentos pertinentes, defendendo a dispensa da quebra para não coagir quem quer colaborar.
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, protocolou na noite de quinta-feira (26) uma petição ao STF, dirigida ao ministro André Mendonça, dizendo que a quebra de sigilo não é necessária e que se coloca à disposição da Justiça para esclarecer os fatos.
O documento, assinado pelo advogado Guilherme Suguimori, afirma que Lulinha já demonstrou desde o início disposição para colaborar com as investigações e que está aberto a fornecer informações para o esclarecimento do caso.
A defesa também divulgou nota na qual afirma estar tranquila quanto ao resultado da eventual quebra de sigilo, pois o indivíduo não teve participação nas fraudes do INSS e não cometeu crime. O texto reforça a disposição de entregar documentos.
Segundo a defesa, desde o começo o objetivo é dissipar ilações e evitar politização de seu nome, destacando que o fornecimento de documentos seria etapa inevitável para esclarecer fatos.
Diante das notícias, a defesa informou que solicitou ao STF o acesso à suposta quebra de sigilo e que disponibilizará voluntariamente ao tribunal os documentos pertinentes para os esclarecimentos necessários.
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