Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Presidente do Republicanos vê pressão eleitoral por fim da escala 6×1

Presidente do Republicanos teme impacto eleitoral e custos às empresas com o fim da escala 6×1; Câmara avalia regras de transição e viabilidade da proposta

Marcos Pereira diz que análise em ano eleitoral pode levar parlamentares contrários a votarem favoravelmente. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, disse ter expressado preocupação com a PEC que prevê o fim da escala 6×1 ao presidente da Câmara, Hugo Motta, em entrevista à Folha de S. Paulo (26).
  • Pereira afirma que, em ano eleitoral, parlamentares contrários podem votar a favor para não desagradar o eleitor, deixando a Casa exposta.
  • Ele cita notas técnicas do setor produtivo sobre aumento de custos que poderiam ser repassados ao consumidor e prejudicar a competitividade.
  • Motta defende a redução da jornada de trabalho, disse que a aprovação é viável com negociação e uma regra de transição que não impacte o setor produtivo.
  • Pereira atribui a Motta falas sobre protagonismo da Câmara; Motta nega, dizendo que o foco é melhorar a qualidade de vida da população.

O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, expressou preocupação com a PEC que prevê o fim da escala 6×1. A avaliação foi encaminhada ao presidente da Câmara, Hugo Motta, em entrevista à Folha de S. Paulo publicada nesta quinta-feira. Pereira afirmou que deputados contrários à proposta podem votar a favor visando o ano eleitoral e evitar desagradar o eleitor.

Ele ressaltou que maiores custos para o setor produtivo podem ser repassados aos consumidores, elevando o preço final. Segundo o líder do partido, notas técnicas do setor indicam perda de competitividade para a economia brasileira caso a mudança seja aprovada.

Defesa de Motta e divergência interna

Hugo Motta, presidente da Câmara, já indicou que é favorável à ideia de reduzir a jornada de trabalho. Ele convidou Pereira para debater o tema e destacou que a aprovação seria viável com negociação e uma transição que não prejudique o setor produtivo. Motta também afirmou que não busca protagonismo, mas defenderia uma boa qualidade de vida para a população.

Pereira atribui a Motta uma fala sobre protagonismo diante da insistência do governo na pauta, tese que o presidente da Câmara negou. Em entrevista ao Metrópoles, Motta citou referências históricas, como o fim da escravidão e a CLT, para discutir lobbies e impactos na dinâmica do trabalho.

O presidente do Republicanos também comentou que, na visão dele, quanto mais trabalho e menos lazer pode gerar prosperidade, desde que haja equilíbrio. Ele ressaltou, no entanto, os riscos de ampliar o ócio em contextos de baixa renda e áreas vulneráveis. As declarações de Pereira situam-se no marco de discussões em torno da reforma trabalhista.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais