- Um homem de 38 anos foi preso em Londres sob suspeita de dano criminal com motivação racial após graffiti na estátua de Winston Churchill, em Parliament Square.
- Trechos da obra incluem “Stop the Genocide”, “Free Palestine”, além de “Zionist war criminal” e “Globalise the Intifada”; a estátua está isolada para limpeza.
- O grupo holandês Free the Filton 24 afirmou a autoria da ação em postagem no Instagram; Olax Outis disse que viajou ao Reino Unido para vandalizar a estátua.
- O Home Office afirmou que Churchill é uma figura de grande orgulho nacional e condenou o ato; a Polícia Metropolitana informou o horário da ocorrência e a prisão.
- A Jewish Leadership Council expressou repulsa; autoridades lembraram que chants como “globalise the intifada” já resultaram em prisões por ódio racial ou perturbação da ordem pública.
A polícia de Londres prendeu um homem de 38 anos sob a suspeita de dano criminoso com conotação racial após grafitar a estátua de Winston Churchill, em Parliament Square. A obra foi isolada para limpeza pelas equipes de preservação do patrimônio.
As frases pintadas em vermelho incluíram chamadas para ações contra Israel e Palestina, além de termos como que acentuam uma condenação a Churchill. A estátua permanece cercada enquanto os trabalhos de remoção são realizados.
Reivindicação e contexto
O grupo político holandês Free the Filton 24 afirmou a autoria em uma postagem nas redes sociais, pelo integrante Olax Outis. Segundo ele, o objetivo foi chamar atenção para supostas violações de direitos humanos no país.
Reação oficial e próximos passos
A Home Office informou que Churchill é visto como figura de orgulho nacional, condenando o vandalismo. A Met Police informou a prisão do homem logo após o incidente, próximo das 04h de sexta-feira, 27 de fevereiro, sob acusação de dano racialmente agravado.
Contexto ampliado
A detratação a Churchill já ocorreu em outras ocasiões, inclusive durante protestos em 2020. A estátua, criada por Ivor Roberts-Jones e inaugurada em 1973, figura como marco histórico no coração de Londres. A situação envolve questões de memória, protesto e segurança pública.
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