- A Polícia Federal afastou preventivamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas injustificadas, com a entrega da arma funcional e da carteira profissional em cinco dias úteis.
- O afastamento foi formalizado no dia dez de fevereiro e tornou-se público nesta quinta-feira.
- A PF já havia determinado, em dois de janeiro, o retorno imediato do ex-deputado às funções, alertando sobre possíveis medidas administrativas e disciplinares em caso de ausência.
- Eduardo Bolsonaro permanece nos Estados Unidos, onde reside desde março de dois mil e vinte e cinco, mesmo com a determinação de retorno.
- O caso envolve ainda que Eduardo deixou a Câmara dos Deputados após acumular cinquenta e nove ausências em sessões, o que levou à perda do mandato, além de tramitar em tribunais questões ligadas ao pai e a condutas investigadas pela PF e pelo STF.
A Polícia Federal afastou preventivamente Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, do cargo de escrivão por faltas injustificadas. A medida foi formalizada pela corregedoria regional no Rio de Janeiro e determina a entrega da arma funcional e da carteira no prazo de cinco dias úteis.
O afastamento foi decretado no dia 10 de fevereiro e tornou-se público apenas nesta quinta-feira. A PF já havia ordenado, em 2 de janeiro, o retorno imediato de Eduardo às funções, com aviso de que ausências injustificadas poderiam levar a providências administrativas e disciplinares.
Eduardo está nos Estados Unidos desde março de 2025 e não se manifestou sobre o afastamento. Na época da ordem de retorno, ele havia questionado a atuação da PF em tom ácido, mas não houve resposta oficial recente.
Situação atual na PF
Ainda exercia o cargo de escrivão, mas acumular faltas resultou na perda de seu mandato de deputado em 2023, com 59 ausências registradas até dezembro. A medida acompanha o histórico de critérios de convocação e presença em sessões.
Antes da atuação na Polícia Federal, Eduardo teve passagens por unidades regionais entre 2010 e 2014, e depois seguiu para a vida pública. Sua trajetória inclui atuação política que o levou à Câmara dos Deputados por parte do PL.
No Brasil, Eduardo também enfrenta processos no STF. Ele é réu por suposta coação relacionada a sanções a autoridades, decisão tomada pela Primeira Turma com base em denúncia da PGR. A situação jurídica segue em andamento.
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