- O Supremo Tribunal Federal suspendeu a quebra de sigilos da empresa de Dias Toffoli pela CPI do crime organizado, decisão tomada por Gilmar Mendes.
- A petição foi endereçada a Gilmar para evitar sorteio de outro relator, ampliando a decisão de 2021 para derrubar quebras de sigilo na CPI da Covid.
- Na véspera, André Mendonça autorizou dois irmãos sócios de Toffoli a deixar de depor na CPI do crime organizado.
- O plenário do STF teria, em reunião secreta, encontrado uma saída para Toffoli deixar a relatoria do caso Master, segundo relatos.
- Em seguida, Edson Fachin arquivou um relatório da Polícia Federal que apontava conflito de interesses entre a toga de Toffoli e os negócios da família com a organização de Daniel Vorcaro, deixando o caso sem prosseguimento.
A decisão envolve o STF, o ministro Dias Toffoli e o ministro Gilmar Mendes. Mendes suspendeu a quebra de sigilos da empresa ligada a Toffoli em uma ação ligada à CPI do crime organizado. A medida é interpretada como uma proteção institucional à toga.
Segundo relatos, a petição para suspender o andamento foi encaminhada a Gilmar Mendes para evitar sorteio de um novo relator. A manobra teria buscado adiantar a extensão de uma decisão de 2021 que derrubou quebras de sigilo na CPI da Covid.
André Mendonça também teve atuação destacada, autorizando que dois irmãos sócios de Toffoli deixassem de depor na CPI do crime organizado. Em outra frente, o plenário do STF teria decidido, em reunião secreta, afastar Toffoli da relatoria do caso Master.
Desdobramentos
A PF teria produzido um relatório apontando conflito de interesses entre a atuação da toga e os negócios dos irmãos com uma organização criminosa, segundo relatos. Fachin foi citado como tendo arquivado o material de forma controversa.
A companhia de Toffoli permanece no centro de acusações sobre blindagem institucional. Críticos dizem que a ordem judicial favorece a imagem de invulnerabilidade da alta corte, enquanto a defesa sustenta legalidade dos atos.
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