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Ato resgata bonecos infláveis e mostra Bolsonaro censurado na Paulista

Protesto na Paulista rejuvenesce bonecos infláveis, sugerindo prisão de Lula; ato reúne lideranças da direita e Flávio Bolsonaro entre participantes

Boneco de Bolsonaro aparece censurado em ato da avenida Paulista. (Foto: Isaac Fontana / Efe)
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  • Manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo, resgatou a tradição dos bonecos infláveis, conhecidos como pixulecos.
  • Os bonecos, ligados aos protestos contra Dilma Rousseff há cerca de uma década, ganharam novas formas e motivações, incluindo figuras de Bolsonaro com a mensagem “Falem por mim”.
  • Entre as animações, os infláveis sugeriram a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva, associando seu possível terceiro mandato a suspeitas de corrupção.
  • O MASP (Mass? – ponto de concentração) foi o eixo do ato, com o carro de som Avassalador reunindo líderes como Valdemar Costa Neto, Ricardo Salles e Luiz Philippe de Orleans e Bragança.
  • Flávio Bolsonaro chegou por volta das quinze horas, acompanhado de Romeu Zema, Nikolas Ferreira e do pastor Silas Malafaia.

O ato promovido por lideranças da direita ocorreu neste domingo na Avenida Paulista, em São Paulo. O protesto resgatou a tradição dos bonecos infláveis conhecidos como Pixulecos, com novas motivações e formatos, mantendo o objetivo de pressionar por mudanças políticas.

Durante a manifestação, bonecos de Bolsonaro também estiveram presentes, com uma tarja sobre a boca alertando para censura. Os bonecos que retratavam o ex-presidente Lula sugeriam sua prisão, em linha com narrativas frequentes entre determinados movimentos. O termo Pixuleco manteve-se como referência histórica.

O evento reuniu milhares de pessoas nas proximidades do MASP. O carro de som Avassalador conduziu discursos de líderes da direita e contou com a presença de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, além de deputados federais Ricardo Salles e Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Entre as presenças destacadas estiveram Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Nikolas Ferreira e o pastor Silas Malafaia, que chegaram ao local por volta das 15h. A mobilização foi acompanhada por segurança e equipes de organização, com enfoque em mensagens políticas e pedidos de impeachment.

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